26:11Da borracharia para o topo do jiu-jItsu: a incrível história de Leynha SilvaCanal · Histórias e entrevistas
Não convoco nem campeão mundial se rachar o time
Referência na formação de atletas e um dos grandes nomes do Jiu-Jitsu catarinense, professor fala sobre os desafios de comandar a equipe que representa a capital catarinense nas competições.
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foi campeão estou desde quando assim se prepararam? Ah, cara, tipo assim, ó, eu já chamei eles faz uns dois, três meses também e aí a gente tem os treinos durante a semana e final de semana, sábado, quando começa a chegar mais perto do evento, eu começo a falei todo sábado de manhã aqui o time do joguinhos também. Aí tu fecha só o time, só a galera que vai lutar ou tu traz de fora? Não, a gente deixa, a gente libera para quem quiser trazer que seja daí a fitalidade deles, né? E cara, e aí tipo a galera da car também vem, só que daí eu separo, eu ponho a galera um pouco mais pro lado, os grandes para não machucar, né? E fica só agorizada do outro lado marrinho porque os caras nunca treina junto, né? E é massa, cara. Mas é cara, mas sabe o que que tá é diferente? Ô Diego hoje em dia eles começam coisas que ficar m tudo eles eles eles estão em todo o grupo junto eles já falam todo mundo, eles lutam sempre contra um contra o outro e dis cara é todo mundo amigas que é legal cara é animal assim vai vibe assim mas isso tu acha que é por causa da união do do próprio joguinhos que faz isso ou já porque já já vem isso não tá hoje em dia mudou muito, né?
Quando eu comecei a treinar, cara, pau com lugar, né? Campeonato deita era que uma cara briga na noite, galera cruzava, era a galera dos palpinha também. Hoje em dia já parou um pouco disso, tá ligado? Diego e a galera assim, eu falei para assim, eu eu me dou bem com todo mundo, graças a Deus, não tem problema com ninguém. Então eu tenho as fot para ir entregar qualquer academia. Logicamente a gente separa algumas academias porque tem umaade aqui, um pouco de atletas que desmutam entre si aqui, outros ali. Então a gente vê onde a gente vai, é só que cara hoje em dia essas crianças, eles já se falam, eles têm tudo grupo junto, eles viajam para competir junto às vezes de outras academias. Então essa situação de rivalidade aí o o treino do joguinho, goleste, coisa até mais na mãe assim, galera não se muito, sabe? Eu vi até um vídeo teu lá que tomando saí dentro da sala, né? Ah, não. Ali foi, pô. É que assim, eu gosto sempre, tipo, eu sempre faço para eleição, antes, pré-eleição, converso com todo mundo, a gente troca altas ideias assim.
Aí acabou aquele primeiro dia, a gente conversa de novo e antes de ir pra competição, eu junto todo mundo de novo. Eu fico sempre, tô sempre conversando com eles. Então, foi a primeira conversa que a gente foi fazer e aí o foi com o Brian, né? Até me perguntaram depois, o que que eles fizeram? Eu quero conversar com eles, os pais. Não foi nada demais. Só que, cara, foi uma situação que a gente tava ali, a gente começou a conversa e depois eles me explicaram o que aconteceu e aí o Luan meio que começou de risadinha, meio que se lampa para não rir. Daí o Brian muita tava do lado começoso também e eu mandei os dois sair nada demais assim que os dois cara vou te falar os dois guri cara tem coração do assim assim bem pra caramba, assim tavam feliz ali com a situação de tudo assim cara é a situação que acontece sabe quando um quer rir e o outro fica segurando e eu fico ali. E foi isso que aconteceu. O tanto que depois eu fui conversar com ele e pentei: "Pô, vocês t maluco velho? A gente no meio na parada sé começou a vacalhar de lá falou b que eu sentei o brasilado, minha barriga arroncou me deu uma vontade de rir. Eu dei uma segurada de eu vi que o Brasil tava rindo, a gente não conseguiu mais tá ligado conversa ontem, aí saíram cara terminou ali, eu fui conversar com ele, eu já entendi e cara nada mudou assim, sabe? Foi mais aquela situação é que ou ele não posicionava ali ou ia perder o controle de todo time, né, cara? Porque um ia rir, daí ia pequir, daí o outro ia ficar de brincadeirinha. Quando eu tirei eles, ficou todo mundo assim, pum, focaram em mim. Começou, foi, ficamos uma meia hora conversando lá. Aí depois chamei falei os nomes, até porque eu adoro os dois
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são caraçam muito, cara. O nosso time dos joguinhos desse ano, cara, eu não tive nenhum problema assim gorizada que e eu prezo muito por isso, sabe? Eu não eu não convido o cara ou um atleta só porque é bom de git. Se eu vejo que ele é uma, sei lá, eu não chamo cara, para ser campeão mundial europeu, eu vou com a menos, mas eu não vou, tá ligado? problema. Prefiro mil vezes manter a harmonia do time, sabe? Mandei uma, cara, o bem tava muito agradável lá no jogo. Funciona praticamente como um negócio de fit praticamente. É isso aí, cara. É que eu não vou ficar falando para não dar desligar a câmera, te expir como é que funciona jogos e jas, porque a galera não entendeu como é que funciona ainda. Nossa, entendeu? A galera não entende como que funciona ainda. Eles ainda estão naquela parada de da individualidade, sabe? Da rivalidade, né? Mas isso já acabou com bastante, não é? Não, nem rivalidade, é individualidade. É que cara, jogos que que é de time, defende joguinhos olétic até clubes é de time, cara. Então, todo mundo soma frutinha. Então, a gente tem que, o cara tem que ter o time porque senão se pede. Porque daí ainda mais vale bolsa atleta. Vamos supor, eu vou lá, eu não, eu não, não junto o time, tá? É muito pelo contrário, o time tá desunido, cada um vai lá fazer o seu e vai embora. Até quando teve teve situação do Jas que teve atletas de fora que te contrataram e tal, cara, foi os jogos, os jogos em si, uma vibe muito
massa, tá ligado? Diego, por quê? Porque os técnicos por lá é tudo a galera que a gente já vê, que já viaja, a gente se encontra tudo quant é campeonato, já lutamos contra, tem aluno que luta contra. Então, cara, é uma harmonia muito legal assim, cara. A galera já tem amizade de anos, então a gente chega lá uma rádio muito massa. E aí, por exemplo, tem atleta meu lutando pro São José, atleta meu lutando pro Big Iguaçu e na hora luta contra atleta nosso, cara. É, e é muito massa assim. E e essa vibe, essa união aí nos fala, cara, é é alucinante. E quando tu sai desses caras contratado, tipo assim, ó, eles não estão nem p eles vieram aqui por causa das bolsas. Então eles chegaram ali na hora da volta, foram embora e ficaram comigo. Não ten, não fica junto com o time. Eles ficaram isolado aqui em canto, lutaram, ganharam. Ah, deixou, vou embora. Se não pedir e tal, vou embora. Não, cara, não, velho. A gente vai lá, vai pro mundo junto. Fa de carro falando, ele ficou um exemplo, né?
Então, cara, a gente fica todo mundo junto, luta, lutou um, lutou outro fica dando pro outro e fica, sabe aquela coisa de torcida? Cara, se tu tá gente de fora linha aí na individualidade minha bolsa e vamos embora.
