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A história do Jiu-Jitsu contada por quem viveu desde o início | Grande Mestre Flávio Behring
Neste vídeo, você acompanha um bate-papo especial com o Mestre Flávio Behring, faixa vermelha, gravado em sua casa, em São Paulo, no mês de dezembro. Uma conversa sem pressa, sem roteiro engessado, onde o mestre compartilha memórias, reflexões e vivências que fazem parte da construção do Jiu-Jitsu brasileiro.
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Meu nome é Diego e você está no canal da jiu-jitsu Brasil. Aqui você vai ter muita história, informação e notícias sobre o jiu-jitsu brasileiro. O convidado de hoje é uma pessoa muito especial, é o grande mestre faixa vermelha Flávio Bering com mais de 70 anos de gilits. Mestre Flávio Bering foi aluno direto do grande mestre Hélio Grace. Tem uma história que ele conta aqui decorrer dessa conversa que grande mestre Hélio Grace foi buscar ele na escola que ele estudava de mã mãos dadas porque ele tava sofrendo bullying e levou ele para uma academia de jitsu. O papo tá imperdível. Aperte o play e fique com a gente aí. Apesar de que já havia uma certa tradição, principalmente no Rio de Janeiro, de competições, que já era a coisa já vinha desde muito tempo. Eu tô falando 93, isso já vinha desde o final da década de 60, porque também a Federação Guanabara que foi a primeira que foi criado, né? O mestre participou dessa criação?
Não, da formação não, eu não tive nenhum envolvimento. Quer dizer, quem teve envolvimento a basicamente foi o Hélio, naturalmente João Alberto e o Mansu. Ah, foi os três que que que que tiveram tiveram a testa. Aí as regras foram todas desenvolvidas pelo Mansur, né? É, pelo João Alberto. Pelo João Alberto foi desenvolvido as regras. Exatamente. As primeiras regras do jit então foi criadas todas pelo João Alberto. Exatamente. É ali. H havia um consenso ali, né? foi junto, então, mas aí ficou responsável por essa parte. É, o o o Gilberto tinha uma uma visão, é, o cara bem maduro, já com bastante experiência e tinha uma visão bastante consistente do que seriam as regras ideais, porque o próprio João Alberto disse inúmeras vezes que a as regras foram concebidas para que as pessoas, quer dizer, naquela altura já havia muita academia, já havia muita gente se formada a faixa preta, que era justamente para ilustrar faixas pretas o que seria o caminho correto.
Então você vê, por exemplo, por que você dá pontuação para uma passagem de guarda? Por que que você dá uma pontuação para joelho na barriga? É muito mais o porquê do que propriamente criar isso como uma forma apenas de de pontuação. É porque isso é o controle, né, mestre? É exatamente no caso, por exemplo, passar passar uma guarda já ser uma barreira complicada, uma barreira difícil. Então tem o mérito de quem passou a guarda, com certeza tem. E ele recebe uma atuação acentuada. Já no caso do joelho na barriga, que era uma posição dominante, inclusive no na autodefesa, dizer montada, pegada pelas costas, que são posições praticamente definitivas em que tange a parte da realidade. Isto é, autodefesa. Você pega uma pessoa e monta nela. é decisivo, então é já você chegou praticamente na parte final, assim como você pega pelas costas. Então isso, esses eram os elementos básicos e assim foi durante muito tempo. E as depois, mais tarde, com a criação da confederação, essas essas regras foram mantidas e no dava momento acrescentou-se mais algumas coisas.
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dizer em termos de pontuação e em termos de de, por exemplo, a a vantagem, na verdade, ela foi criada muito mais para aliviar a pressão do árbitro, mas que a vantagem foi criado bem depois, né? Muito depois, mas era justamente para aliviar a pressão que havia em cima do ar, porque para manter empatado, né? É, se empatou a luta, o que que decide? Houve um tempo em que se colocavam duas pessoas na laterais, não se faz no judô, duas pessoas laterais com bandeira para dar decisão. Mas isso também era polêmico, porque o que havia na realidade é o seguinte, quem eram os hábitos da época? Eram os mais antigos, aqueles que tinham mais experiência. Ora, mas havia eh na ótica do do do dos, vamos dizer, dos dos coachs, havia sempre dizer o seguinte: poderá haver tendenciosidade nas decisões, porque se eu vou arbitrar uma luta de uma de um lutador de uma academia contra o lutador de outra, se eu tenho preferência por uma ou outra, vai influenciar.
É, isso foi influenciar, não deveria, mas vai, né? É, mas isso com certeza deve ser, quer dizer, isso foi quando eu tive aqui na Federação Paulista, eu tinha o cargo de diretor técnico, eu arbitrava muita luta. A primeira federação aqui de São Paulo foi a paulista, que hoje é o que é do que é do Almeida, né? É do Almeida. É, ela ela na verdade o que se não Rio também era assim, antes mesmo de se criar a federação, era associado, jurí era associado à federação de box. A de box, é, aqui em São Paulo também. É, porque não havia outra federação que pudesse agasalhar uma uma entidade que praticava o esporte como o vale todo. Então, o Jits e o Box são praticamente morte irmãs. Então, assim, é pr no início era assim, tanto que os vale todosos no Rio de Janeiro para se colocar árbitro no vale tudo, o que ocorria é que ia ser a federação de box é que é que determinava o á. Ah, a federação como como supostamente não vale tudo, valia tudo. Então a a regra o que que era? Nocoutistência.
Não tinha não tinha outra outra coisa. Mas e dedo no olho, isso não valia também, né? Parte baixa. Parte baixa. Usou o dedo no olho e mordida e puxar cabelo. Isso era proibido. Eram as quatro regras básicas. Então o árbitro não tinha mais o que fazer porque ele ele não tinha não tava analisando técnica, ele tava analisando os impedimentos. Então, por isso podia ser qualquer árbitro. Então, como era associado ao box, o árbitro geralmente era da federação de box para oficializar, para tornar a coisa oficial. Depois, mais tarde, é que se começou a criar eh os os professores mais antigos começaram a arbitrar lutas. O próprio arbitrou muito a luta. Eu vi, viu o vídeo dele, o arbitrante também. Acho acho que tem vídeo dele arbitrando também. Tem, tem, tem. Então isso era muito mais em função disso. Quer dizer, o o que que eram pessoas que tinham mais experiência, mais vivência e consequentemente eles tinham mais uma melhor interpretação da Então, mestre, mas assim, eh, porque eu eu vi também já vídeo de de Grace falando que ele era contra competições e e em certo momento então ele arbitrou Lutas, foi isso? Não, quando a federação era era sobre a presidência dele, então ele tinha que arbitragem. Então, mas isso aí é um contradiz outra.
Aham. Porque ele não era contra a competição, ele era contra as regras que inibem a melhor performance. E a questão é o seguinte, como ele sempre foi, orientou todo mundo sempre no sentido de que o objetivo final é a finalização, você quando começa a estabelecer pontuação, você eh estimula a pessoa a se a ter em primeira instância a a pontuação para depois partir paraa primeira pra finalização. Então, mas aí como não havia alternativa e vieram o presidente de uma federação que tinha regras, a regra cuja regra era baseada em pontuação e finalização, então ele passou a a arbitrar lutas. Não era com frequência, mas arbitrava a luta. Mestre, e referente a treinos, eh, os treinos de Tapari existia muito naquela época mesmo, já ali da época do mestre.
Isso foi foi criado depois ou já veio da da época que o mestre tava ali tinha na academia ou não? É o que havia na realidade é o seguinte: vamos tratar a autodefesa dentro do maior realismo possível. Então, por exemplo, você colocava luvas para dar soco, sabe? Quer dizer, então as agressões tinham um certo realismo. Agora, quando se trata de um aluno, como eram os alunos da Academia Grupo Press, eram alunos de elite, pessoas que não estavam ali com a com a disposição de brigar, de brigar. Então você ensinava para ele as técnicas muito menos voltadas para pra pancadaria. Digamos que seria hoje mais um comercial assim. É isso? É, era bem é no sentido de primeiro preservar a integridade. Você imagina um camarada, um embaixador, um deputado, um até o presidente da República, até o presidente da República e tudo mais. Então você vê, essa pessoa não pode de repente sair da academia com olho roxo e não tem sentido no na atividade, na vida dele. Então para isso eram preservados. você criava um ambiente com com um certo realismo, mas você não criava um ambiente eh utilizando poeta. Então, como na época se fazia um treinamento de valet tudo, então daí decorreu nas academias que começaram na década de 60, começou
começaram a ver eh ambientes um pouco mais um pouco mais eh quentes quentes até então o começo então era mais esse jiu-jitsu assim mais de defesa pessoal e o mais tranquilo depois que começou surgiu o vale tudo que começou as pancadarias digamos no próprio na própria época da academia B com com advento do Valeudo. Adventão, sempre existiu Valeudo. Mileta quando chegou no Brasil, o que ele fazia era Vale tudo. É porque ele veio desafiar, né, outros lutadores, né? Exatamente. Então o que ocorre é que a a já se fazia treinamento, mas era um treinamento específico para pessoas selecionadas. Os alunos em geral, poucos alunos participavam. Haviam aqueles que o Héra estava pensando para que no futuro viessem professores ou lutadores ou professores, como seria o meu caso e muitos outros. O que ocorreu é que a gente entrava nesse circuito, mas o o fato é que para os alunos em geral não, mas aí com a o crescimento e o desenvolvimento de novas academias, o aparecimento novas academias, todas elas decorrentes daquele grupo que nasceu dentro da academia Grace. Olha, eu estou sempre me referindo ao à academia grece
porque a escola do mestre é a minha escola onde eu conheço as coisas que eu vivenci tá falando que o mestre venceu eu entendo bem isso. Não, não, não menosprezar e nem colocar a margem a outra outra linha é que é uma linhagem também de respeito. E o fato é que eles tinham toda uma linha de pensamento cuja linha eu não acompanhava porque eu não convivia com eles. Sim, eu entendo. Mas depois, mais tarde você passa a conhecer em função do que se divulgou. Mas a então dentro da academia grea essa era conceito, era a linha de trabalho. Agora mais tarde, com muitas academias sendo inauguradas, muitos professores sendo sendo lançados, o que ocorreu é que as pessoas quando faziam treinamento defesa procuravam estar mais próximo da realidade. Aham. Então havia muito treinamento para de luva.
O Hélio Grace, por exemplo, ele trazia lutadores de outras modernidades para dentro da academia para nós teros contra eles, para até aprender a arte deles. Exatamente. Tinha boxer e box de profissionais. Você tinha pessoal de capoeira, pessoal de carate, você tinha pessoal de outras artes. Até o próprio Hélio, eu vi entre uns pesquisadores falando que ele treinava a capoeira também, né? É, o que eu sei se se afirma um negócio desse, é provavelmente se não treinava. O que você fazia é o seguinte, você conhecia, deve ser como o mestre falou que levava outra arte lá e treinava junto e aprendeu também. Junta, aprendeu alguma coisa, não que foi um exclusivo ir treinar. Então o João Alberto, por exemplo, ele se aperfeiçou no box, ele chegou até de ser convidado na época para fazer parte, para para fazer lutas oficiais. Aham. De box. De box. é que não era o objetivo dele, mas porque como tinham profissionais de box da academia GR permanentemente treinando o o pessoal que fazia de tudo, então esse pessoal de uma certa forma se aperfeiçoava. Era muito mais na questão eh como você como você desfere um soco, porque como na época não havia luva, não havia proteção, o soco podia resultar pra mão.
Então sabe, então era muito mais no sentido de você ter aquela perção, percepção de distância, esquiva, aquelas coisas todas. Agora alguns se aperfeiçoavam, como foi o caso do João Alberto. Ô mestre, deixa eu perguntar pro mestre, desde aquela época até hoje, qual foi o melhor lutador que o mestre viu representando J? opinião do mestre. Olha, eu posso opinião particular, é particular, posso dar o João Alberto era perfeito. Alberto era completo e perfeito. Agora o Carson era completo e perfeito. Quer dizer, como lutadores foram os dois, vamos dizer, do início de toda essa história, os dois lutadores que mais sobressaíram com maior competência e, sem dúvida alguma pessoas eh insubstituíveis. você não vai encontrar pessoas que tivessem o a competência, a capacidade, a, vamos dizer a a capacidade de de lutar. Por exemplo, o João Alberto é um jeito permanentemente treinado. O Carson não às vezes não gostava de treinar, mas a performance dele era perfeita. Ah, ele não gostava do treinar não. Ele sabe, ele gostava de ir pra praia, gostava de futebol, esse negócio, mas era, mas a performance dele era perfeita, o que surpreendia todo mundo. Ele tava sempre em forma, sempre perfeito na nas suas nas suas intervenções. Então, pô,
sabe? era na época era uma coisa muito relativa. E o João Alberto já era mais de João Alberto era mais é mais dedicado, tava sempre ali, sempre treinando, sempre treinando. E o Então não há não se pode fazer a comparação entre um e outro. O que você pode dizer é o seguinte, os dois eram preferência para um estilo de outro, né? Os dois eram perfeitos. Aham. O Hério Grace era um cara fantástico. Mas você chegou ver alguma luta assim do do Héo Grace, por exemplo? É, eu vi a luta dele com Valdemar. Ah, viu? E essa foi essa que foi a do Valdemar que é a mais longa da história que dura 3 horas 3:45. E como é que foi lá, mestre, essa luta? Era dado momento era cansativo até ficar olhando horas. É porque 3 horas de luta, no princípio, haviam havia bastante movimentação, houve bastante trocas de bastante coisa, mas um dado momento em que os dois estavam realmente cansados, porque era natural e os dois cansados, então volta mais dentro da da quarta do vez por outra havia um tapa, à vez por outra havia uma ação. Então isso até chegar no final, num determinado momento em diante ficou muito monótono.
Agora, como havia uma grande expectativa de ambos os lados, tanto o pessoal do Valemar quanto o pessoal do do GR, o que então havia uma expectativa o que que vai acontecer, qual vai ser o desfecho? Então agora, tanto que na época relatos de pessoas presentes e de jornalistas, é que foi uma coisa extraordinária seu ponto de vista de resistência física, emocional para aguentar tanto tempo, aguentar tanto tempo, mas eu tenho a impressão, eu tive lá o tempo todo, é que não dava momento, o Hélio Grace tinha 40 e poucos anos, 42 anos, era um cara de 40, 26, não sei se de energia. Então eu tenho a impressão de que o chegou a ficar adormecido, sabe? Porque você chega a um ponto que o corpo já não reage, que a mente já não reage. Então a minha sensação é que não dá momento em que ele tinha o rodamar dentro da guarda dele. E então era uma coisa ah como se fosse um, sabe, ele entrou em num estado de de vamos dizer de paz absoluta.
Então, a a a visão a visão que se tinha lá é que ele tava absolutamente tranquilo, mas aquela tranquilidade se deve muito mais provavelmente ao desgaste, desgaste emocional, desgaste físico, tal, mas como era um guerreiro, é aquela história, ele não para nunca. E se continuasse mais tempo, ele ficaria os dois mais tempo. Ficaria mais tempo. Mas ele foi jogado à toalha para parar, né? Não, não, ele ele tomou nocout. Ah, tomou nocout. Nocout. É, porque houve um momento em que o Valdemar, que é muito forte, jovem, né? pegou, levantou o Hélio, bateu com ele na no tablado lá e o Hélio naquela altura para mim ele já estava nocoutteado, nocoutteado no que tange, principalmente essa parte cerebral, sabe? Ele já ele já não tinha mais percepção das coisas porque era era brutal o negócio. E o Valdemar então desferiu um pontapé nele e esse pontapé foi fatal. Quer dizer, ali ele não levantaria mais. Obviamente o jogar na toalha era uma porque o como não havia desistência haveria o noockout, ele estava no knockout, mas ele continuava reagindo. Queria você pegar uma cobra, você corta o pedra dela, ela continua se mexendo. Quer dizer, esse é o que seguia do era esse. Se ele vemar continuasse agredindo, batendo, batendo, ele ia
continuar levantando, continuar levantando, porque era era, né, do do do da da do do feitio dele como guerreiro. Era não vai não vai não vai dar. Assim como ele lutou comimura, praticamente o braço ele tava completamente quebrado. Praticamente se não fosse jogar a toalha o braço ter sido quebrado e com sequelas, porque naquela época você fazer um tratamento que pegasse cotovelo e ombro era um negócio dramático. Mas ah então o Hélio não desistia, não desistia e era uma coisa muito comum dentro da academia, sabe? Desistir não era o objetivo, não era isso que estava no nosso script de maneira alguma. E o Héo foi assim com com Valdemar. Mestre, e como é que foi esse como que foi? Houve o mestre presenciou esse desentendimento deles mesmo na academia? Como é que foi isso? É, tem muita história contar. O que ocorreu na se bem bem rapidinho para não se prolongar com essa história, é o seguinte. O Vemar num dado aumento, que era um lutador de destaque dentro da academia Graça, lutador de Valudo, ele começou a ser estimulado por um jornalista da época que não gostava dos GR, que ele era jornalista de um jornal chamado chamado Última Hora. Então esse camarada começou a provocar alguns lutadores da Academia Greis no sentido o
seguinte, por que que você tá lá? Você pode fazer por tua conta, você pode fazer tudo isso por tua conta, você vai lutar por tua conta, por que que você fica vinculado? Então é assim, ó, ele é que criou todo esse ambiente de desafio. É. E consequentemente, como o Valemar um jeito muito humilde, muito sensível, tal, provavelmente ele ficou sensibilizado com a ideia de ganhar dinheiro, é, de ganhar dinheiro, de ficar sozinho e tal, então ele acabou indo. E aí, então o desafio foi feito através da imprensa e foi o jornal última hora e esse camar jornalista que fez essa provocação toda. E aí a resposta é aquela. Vamos. Eu não tinha conversa. Tocou. E agora como havia muita restrição, havia muita não, total restrição por parte da segurança pública no Rio, a polícia não permitia a realização dos vale tudos.
Então, toda vez que marcava alguma coisa, havia o impedimento da da que não deixava acontecer luta. Então, um dia eles marcaram, conseguiram no prédio, uma prédio em construção da associação de moços no Rio, na rua da Lapa. Como o prédio tava em construção, então os portão ficaram fechados, então eles conseguiram fazer lá dentro. Ah, foi um negóci tipo um negócio clandestino. Então, não clandestino, mas com portão fechado, mas com autorização que ela houve, a imprensa tava lá, quer dizer, pessoas de ambos as facções estavam lá, então tava bem cheio, Inácio, tem fotos a época, tá bem cheio, mas cheio de, sabe, fechou o portão, depois ali não entrava mais ninguém, não era aberto ao público como seria, como seria qualquer outro tipo de luta. Então, a por isso é que houve uma coisa reservada. Montou-se um ring numa área, eh, e aí o as luzes aconteceram, botaram cadeiras, tal. Não foi o o o desfecho, quer dizer, chegar à luta foi isso. E havia um episódio que pouca gente conta, é que o Hélio, como as lutas estavam sempre impedidas de acontecer, ele estava em Teresópolis, na casa dele. E no dia o Carlos é que parece ser o irmão, né? O Carlos ligou
para ele, olha, a luta é hoje, desce. Ele pegou o carro e desceu, sabe? Então era assim, quer dizer, meio que na hora, na horação, é, vamos lutar e agora vamos embora. Como mestre também falou que participou de várias lutas assim, né? É, você não tem, você sabe o chamava um um dos professores da academia, um dos instrutores da academia, aquela pessoa que ia na academia para desafiá-la, olha, você vai me representar para enfrentar esse camarada. Então, eh, todos nós estávamos sendo preparados. Porque a preparação era permanente, o treinamento era diário e o e o condicionamento também era fruto desse treinamento. Então não havia não havia surpresa. Então sempre você uma coisa que se disse na época durou muito tempo, muitos anos. Me lembro que meu filho Marcelo ainda usava isso. Disse: "Nós somos prontos para qualquer hora, em qualquer lugar e a qualquer tempo, contra qualquer pessoa." Então isso era o o vamos dizer, né? a forma de se interpretar como um lutador preparado. E era sempre assim, dizendo, não havia não havia preparação prévia. Aquele negócio, do sábado vai ter um valetudo. O João Alberto, por exemplo, quando fez, ele fez 32 vale tudo, 32 segundas-feiras seguidas, segundaf-feiras,
toda segunda-feira à noite numa toda segunda ele lutava, eu acho que era TV Rio, era uma edissora do Rio de Janeiro. E que acontecia? Ele terminava a luta na segunda-feira à noite, terça-feira tava dando aula na academia e até sexta, sábado, domingo, naturalmente era era o descanso, segunda-feira voltava e fazia luz. E aquela época não tinha bolsas como tem hoje, né? Acho que o cara vai lutar, pô, tô lutando porque eu preciso de dinheiro. É, era muito mais era ali ele tava muito mais representando, representando de jiu-jitsu, né? Representando exatamente o o juízo Grace. E ele venceu todas as lutas por subão. Todas, todas, todas, todas. não perdeu uma luta, não teve nenhum problema, só teve uma luta que foi a última realizada. E foi uma camarada que o foi pra imprensa dizer que ia desfigurar o o João Alberto, que ia rebentar o João Berto, não sei o quê. Foi a primeira vez João Alberto batendo em alguém, ele não batia, só finalizava, eleva tal, sabe?
Controlava e finalizava. É, ele tinha, ele tinha essa, esse esse dom e essa capacidade. E no caso desse camarada é que ele pass ele, ele bateu no camarada e levou até as cordas numa com uma chave de braço pelas costas. Ele deu uma chave de braço no camarada, uma chave clássica, inclusive uma chave que se usa em autode defesa. E ele, eu me lembro que ele falou com o camarada, se ele vai bater, vai quebrar o teu braço. E o camarada disse: "Não, não vou bater nada". E o E o João Roberto falou com o árbitro, disse: "Olha, vai quebrar o braço dele." O árbitro perguntou: "Continua?" O cara continua. Aí quebrou. Quebrou mesmo. É como isso estava sendo focado pela televisão, imediatamente entrou novamente toda aquela aquela politicagem disse: "Olha, acabou, não vai ter mais uma vez proibido". Mas a por isso é que não deu continuidade, mas imagina 32 segundas-feiras e não quando eu falo isso aí não havia preparação, a pessoa já estava pronta. Então pronto, sempre pronto, sempre pronto. Nós a preparação.
Ô mestre, deixa eu perguntar pro mestre como que era a personalidade de Grace, como que foi conviver assim com ele? Que o mestre falasse um pouquinho assim que ele era como pessoa para lidar com ele. Era difícil, era fácil, era tranquilo? É o Hélio, quando eu conheci, eu tinha 10 anos de idade, família na casa dele, muito gentil, um um professor professor mais completo e perfeito que eu conhecia na história. Ele ele conseguia com um simples toque fazer com qualquer pessoa, em qualquer circunstância pudesse aplicar uma técnica. tem uma essa habilidade, essa sensibilidade, um cara fantástico. Então, a partir aquilo me fascinou eu fazer uma aula com uma pessoa que para mim era irrelevante se era greço ou não, porque eu não sabia quem era, não tinha nenhuma referência daquilo. Eu só, para mim é uma grande referência é eu ter sido capaz de fazer o que ele me pediu para fazer. Eu não fui capaz, ele me ajudou naturalmente. E aquilo ali para mim foi o grande, sabe, grande luz que acendeu. E depois disso eu voltei a conviver com ele. Quer dizer, depois eu dei um intervalo porque aí o mestre foi treinar diretamente só com o Barreto. Aí é isso.
É, mas antes disso, como eu sofri um bullying na escola, tava muito traumatizado e tal, o foi me buscar na escola. Foi o outro impacto que eu tive na relação com ele, sabe? Aquele guerreiro, aquele cara famoso que vai buscar na escola e me coloca um gás que eu precisava para sair daquela depressão que eu tava de ter sido de sofrido burim, apesar de eu treinar com ele, mas eu não, eu era um jeito por natureza com dificuldade de de de confrontos físicos. Eu tinha essa natureza. Eu não tinha nenhuma condição e eu fui surpreendido por um camarada que era meu amigo, é mais velho do que eu e meu amigo. Então essa foi a coisa mais grave. Mas então quando buscou na escola e disse: "Olha, você vai para casa almoçar e depois você vai pra academia nova que a gente acabou de abrir que eu não conhecia". Quando eu chego lá na academia, fui fui encontro dele, ele me levou pro João Alberto e o João Alberto disse: "Olha, agora você, o João Alberto tá cuidado de você". E eu disse, João Alberto, preparar esse camarada para ser um professor e para ser um campeão. Então, a o convívio com el meu esse até esse ponto. Depois eu tinha um convívio permanente, eu tava na academia sempre, todos os dias eu tinha inclusive mais tarde quando eu já estava no processo de formação, compra professor, ele várias vezes me chamava a
treinar com ele. Quer dizer, era um cara de uma personagem muito forte, é um cara bastante rígido em disciplina e não permitia disciplina de forma algum. Tanto que ele tinha um critério que ele adotava o seguinte: qualquer dos instrutores, professores ou candidatos a professor que saísse da linha, a primeira primeira medida era, olha, ele dava uma chamada e quando era professor que era remunerado, ele dava uma multa que era em cima do salário. Nada não dói mais, nada deu o bolso, né? Então isso era era costumeiro dele, mas era um era um general academia muito rigoroso, mas era uma pessoa que dava atenção assim, precisava, conversava, não. E depois ele tava sempre atento, sempre atento a sua a sua capacidade de evolução. Agora tem um episódio comigo que é um episódio que demonstra bem a um determinado ponto de frieza dele no vamos dizer nos elogios, sabe? Ele não elogiava muito, não era muito elogiado.
Então ele tinha um amigo meu que era guarda marinha, ia fazer a volta ao mundo, um os guardam-arinas formados naquela época fazia volta ao mundo. E ele tinha uns 40 dias antes de viajar e ele di eu quero fazer um curso lá na academia. Falei com ele, ele se inscreveu na academia e o disse: "Então é a sua oportunidade, vai ser seu aluno durante as 36 aulas". Então eu dei 36 aulas para ele. Quando chegou no dia em que eu tava tinha terminado todo o programa dele, então eu falei: "Ele tá pronto". Então ela disse assim: "Ok, então você vai, ele vai fazer uma demonstração do que ele aprendeu com você". Então ele passou o programa todo comigo na presença do do É João Alberto. Eu não me lembro quem mais estava, mas o João Alberto com certeza. Aí o que aconteceu foi que o o terminar ele levantou-se, cumprimentou o meu aluno, nome dele é Leonardo, cumprimentou o meu aluno e disse: "Pô, parabéns, excelente demonstração, tal".
Não falou nada comigo, nada, nada. Tipo, ah, não, né? É como só foi mais do que tu obrigação. Foi mais do que tua obrigação. Se você tá sendo preparado e o aluno foi foi congratulado pelo pela performance, consequentemente o teu trabalho deve ter sido bom. Isso é a dedução. Mas eu fiquei naquela expectativa, né? Poxa vida, pensei que ia ser elogiado, né? É tanto que eu falei com J, pô, o não disse nada para mim. Então, se ele disse pro aluno é que tá aprovado. Tanto que depois, logo em seguida, pouco tempo depois, João Alberto sofre um acidente e não pode dar aula durante algum tempo. E eu fiquei como substituto João Alberto para os alunos dele. Então isso foi também a outra consagração. Quer dizer, nesse momento nós sempre dizendo o seguinte, o Hélio sempre atento, sempre supervisionando tudo, sabe? não deixava nada passar, nada, mas no fundo era uma pessoa que estava sempre, o elogio dele ou a forma dele congratular você era permitindo que você continuasse fazendo seu trabalho, muito mais nesse sentido.
E eh se ele não se ele não deixava, não deixava, com certeza ele não ia comprometer o nome dele, não ia comprometer o nome da academia se uma pessoa não tivesse a família e tivesse a competência. O Carlos já era uma pessoa muito mais afada. Contar com o mestre teve contatos também com bastante. Ele ia na academia com Mas ele não dava, não puxava treino, não. Ele não não dava. Ele uma vez me botou o queim me chamou para treinar com ele. Foi um treinho uma coisa entra aqui na minha guarda, eu quero ver o que você faz. Muito mais no sentido o seguinte, eu quero observar você. E aí como o Gas era um cara bem magrinho, pequeno, essa altura já tava grande, forte. Oli era maior que o Carlos. Maior que o Carlos. E o E o Mas o também era um co forte na época era um forte. É porque o Robert até falou que nas histórias que ele ele participava de remo, né, de competição de remo alguma coisa assim.
É, não sei. Não confesso a você que eu não sei dizia coisa fatos da história e como eu não presenciei e não tive lá eu não posso afirmar. Eu às vezes algumas coisas que eu ouvi e mesmo assim eu prefiro não comentar porque coisa que você ouve você nunca sabe se a verdade está verdadeira, né? Então aquilo que eu vim vencer, aquilo que eu estive presente é que eu posso afirmar. Então no caso o o Hélio era um cara forte, fisicamente forte, apesar de ser magro, mas é um fisicamente forte, sabe? E a eu acho que a força do Hélio era uma força interior, sabe? A força da convicção de que ele era capaz de fazer qualquer coisa. E ele dizia assim várias vezes, eu me lembro quando eu tive com na casa dele, né, na era tá para ti na casa dele tive com João Alberto, com meu filho Silvio e tal e algumas outras pessoas. O que acontece é o seguinte, uma hora nós estamos fazendo um tour pela casa dele e tal e ele não ia treinar, sabe? Já tava com provavelmente 90 anos, sabe? Ela tava sempre disposto, sempre. Se você pedisse para botar o que manda, eu votava na hora. Então era na natureza dele, era aquele guerreiro eterno, né? Até nessa visita à casa dele teve um episódio interessante porque ele tinha uns álbuns de capa preta enormes, enormes, ficava
em cima de uma mesa, vários álbums, em que tinham recortes da história, né? Da história dele, da história do da da da Grace, da academia. E eu tava folhando o primeiro óbvio que eu abri, na terceira página tinha uma reportagem minha na França, eh, de uma reportagem grande, então tinham vários recortes colocados ali. Aí eu me surpreendi com aquilo, digo, pô, que bacana você tá aqui aí me deu uma frase fantástica, assim, pois é, você é um capítulo da história. Na verdade, mestre é história também, é história pura, né, mestre? Óbvio, né? E eu fiquei extremamente lesongeado e ver no álbum pessoal dele, reportagem, uma reportagem e logo na terceira página do primeiro álbum que eu a quer dizer para mim aquilo ali foi uma coisa extremamente marcante porque o mestre ele é discípiclo direto, né? De discípulo direto, não é? Porque eh foram foram poucos que treinaram mesmo, que que treinaram e conseguiram dando aula pro com ele, né? Né?
É lá na academia Grace. E veja bem, depois ele ele ele teve uma outra academia e finalmente ele teve a Grace, uma que até até hoje, mas aí é outro negócio, eram já eram alunos dos filhos dele, portanto já não eram mais diretamente ligados a ele. Então ele, eu acho que ele permaneceu durante algum tempo dando algumas aulas particulares para algumas personades, pessoas mais chegadas a ele, mas a um dado momento com os filhos crescendo, com os sobrinhos crescendo, tal. Então ele com certeza ele começou já ver que o legado já estava lançado. Ô mestre, e a parte do Carlos, né, na academia Grícia, ele ele tinha uma parte que ele era responsável assim, por exemplo, a pela e pela administração, ficava acho que não era muito mais a parte a parte filosófica e espiritual. Ah, ele cuidava, ele se preocupava mais com essa parte. Alimentação também e alimentação que era básica. Quer dizer, quando eu fui lá, quando eu comecei a dar aula, eu eu foi imposto que eu eu fizesse a alimentação, alimentação dieta 3, o que era bastante bastante recomendável, porque era uma dieta muito balanceada e o rendimento era fantástico.
O mestre eh fez seguiu durante muito tempo a diante muito tempo. Não, não, porque sabe aquele negócio, você jovem para caramba, passava na frente de um de um bobs da vida que era uma época, né? E você acabava não resistindo tomar um milkshake aí, aquilo não fazia parte da dieta. Tanto que eu fui surpreendido pelo certa vez. É que eu eu tinha um bobes em Copagabana, ficava quase na esquina da rua da do oliva onde ele morava. Um dia eu passo diga, vou comer um cachorro quente e um cheio. Quando eu tô caminhando na rua, chego na esquina, o passa. Ele, ele não falou nada, ele só olhou para mim com quem diz: "Ah, depois você vai me pagar por isso". Então, sabe, quer dizer, eu não levei isso tanto a risco quanto deveria, mas eu fiz durante muito tempo. Eu fiz e era saudável para caramba. É porque inclusive a a por exemplo você na hora do almoço, quando passava o dia na academia, na hora do almoço você acabava levando uma mama, né, para comer e tinha uma certa supervisão do Carlos.
Aham. Ele era, o rigor dele era muito mais por recomendação, porque ele dizia: "Poxa, se é bom, por que não fazer?" Ô mestre, o mestre nunca bebeu álcool? Não, eu tomei. Eu cheguei a tomar algum quando eu trabalhei com empresas multinacionais, sabe? uma reunião outra, é uma reunião e outra, mas eu nunca me de bem, nunca nunca tive prazer de beber, não. Nunca tive prazer algum. Então a teve muito algum algum tempo também quando eu viajava muito, já isso na década de 70, há muito tempo viajava muito para Europa, tal. Então aí eu comecei a tentar tomar vivo, não disso, tomava, mas não disso. Então eu acabei desistindo, sabe? Eu vou insistir com um negócio que não cai bem. Eu não tenho nenhum prazer, nenhum prazer, bebê. Nada nenhum. Chegou uma época que o professor tomou uma cerveja não faz malum. Eu ten não não desce não desce. Tô tomando um um pouco de cerveja já altera mesmo. Eu não gosto que alterar a a minha meus a minha sensibilidade, né?
É. Então eu eu fiz alerta e atento todo o tempo. Isso é uma missão minha. E o e o e o álcool não me dá prazer nenhum. Nenhum nenhum. Não, nenhum gosto é bom, não é verdade, né? É, tem coisas que são você com um tomar um vinho de alta qualidade e tal, um vinho deve ser gostoso. Eu já provei, já tomei, mas não me atrai. Não me atrai. Mesmo assim não me atrai. Quer dizer, eu acho até interessante, mas eu gosto de pessoas que bebem. O que eu o que eu, para mim é chocante, o que me toca profundamente, é a pessoa passar do limite em qualquer coisa, sabe? você perder a noção do dos limites. Então, quando a pessoa bebe demais, sabe? Droga, para droga, nunca tomei droga alguma, nenhuma droga, nunca fui meio baseado, nunca, nunca. Perto de gente que fazia, mas nunca. Por quê?
Porque acontece o seguinte, qual é a consequência de você fazer isso, sabe? E quais são os os males decorrentes disso? Então eu não queria me submeter a isso, me e me e ser subjulgado por uma situação dessa. Então eu sempre tive a margem disso, condeni. Não gosto, não gosto até hoje, até hoje soberan não sabe me dar um certo reserva e droga. Então meu caral drogada para mim já eu convivi muito com isso, muito muita gente, mas fracamente para mim é é chocante, sabe? Porque é exatamente assim você se permitir a ser subjulgado por alguma coisa que não é da natureza, que não faz parte de você. Então eu não eu não admito, tá? Beleza? Então muitas pessoas me criticam. Ah, você vive sob controle? Não, não sob controle. Eu controlo as coisas que poderiam me controlar. É esse que eu fo. Eu controlo. Controlo e não permito entrar.
Isso para mim é fundamental. aos 88 anos de idade, meu caro, com saúde que eu tenho, saúde, saúde, as mazelas articulares são consequências das atividades, das escolhas que o mestre fez, né? Exatamente. Mas saúde, eu não tomo medicamento, nada, nada, nada, nada, tomo nada. Só tomo, só tomo os as vitaminas que são necessárias para complementar o que é necessário. Mestro não toma nada para dormir, para coração, diabetes, nada, nada. O mé mestre controla uma dieta hoje em dia sim ou não? Come de tudo? Não, não como de tudo não. Não como carne alguma, espécia algum. Mestre vegetariano. É, eu seria um vegano, só que como eu como ovo, então eu já não sou mais vegano. Nem peixe, mestre com peixo. Nada, nenhum, nenhum animal. Mas isso é quanto tempo, mestre? Ol, carne h mais de quase quase 50 anos, mestre. Mas na época, por que que o mestre optou de deixar de comer carne? A carne foi curiosa. Eu tava em casa almoçando de carne gigantesco. Aí chegam os dois filhos, Silvio e Marcelo, vieram do surf com um amigo deles. Eles foram tomar banho para sair com esse camarada. E o camarada sentou do meu lado, começou a conversar comigo. Ele começou a dizer: "Como é que o senhor começa consegue comer isso aí? Coisa mais
deliciosa do mundo. Dou uma carne sangrenta dessa, faz mal, não sei o quê". Começou a mexer o salo. Eu disse: "Meu filho faz o seguinte, vai lá com Silv, com isso? Deixa eu comer minha cara, né? Mas aí aquele negócio ficou na minha cabeça, pô, será que esse negócio vai? Será que esse negócio vai? Eu comecei a fazer consultas, consultas, consultas e vi os inconvenientes. Havia inconveniência, como há inconveniente eu cortei, mas corto do dia paraa noite, tipo, ó, não vou mais comer não. Nesse momento ainda não como mais. Aí cortou toda a carne, tudo não. Não, eu comia só, só carne. Carne branca não é carne peixe e comia frango. Aham. Durante anos eu passei a comer isso. Uma vez eu tava aí já com toda a gente da internet e tudo mais, comecei a pesquisar e vi que os frangos estavam todos eles eh envenenados, né? Todos tipolizantes, né?
É, não vou comer frango mais, acabou. Então cortei o frango. Aí fiquei comendo só frutos no mar durante muito tempo. E o Tomia comia derivadas de leite, comia queijo, tudo tal. Se eu comia no leite, eu não tomo porque eu não tenho intolerância ao leite mesmo, mas derivado com certeza custava até muito. E eu então a um dia minha filha veio em casa aqui, disse para mim: "Pai, você precisa ver aqui na Netflix, vamos botar aqui um um programa chamado Water Health". É um é um é um vídeo longo com um camarada falando sobre as inconveniências, ele fal ele é um vegano falando sobre as inconveniências de todos os derivados, todas as produções animais e tudo mais. Terminado o vídeo, eu falei com ela e com Alice, com a minha mulher, o que tá na geladeira é de vocês. Quero nunca mais. Tudo que tinha, requeijão, essas coisas todas, queijo, tudo mais. Única coisa, única coisa que derivada do animal que mestre comeu hoje seria ovo.
Só o ovo. A única coisa saudável para mim não pode vir. Eu como a minha dieta é pro há 50 anos. Isso já é no caso do Jito, no caso do do do da carne vermelho, mas a de peixe e derivados eu acho que deve ter se deve chegar a 10 anos. Mas eu a minha vida mudou radical mudou radicalmente. Mudou. Mas em que em que sentido sentido? Muito melhor. Disposição. Disposição total. Não sinto necessidade alguma. Não sinto nenhuma nada que me atinge. Nada, quer dizer, qualquer coisa porque é mal não me atinge. Agora eu também tenho uma outra dieta que é uma coisa muito particular minha, é que todas as noites antes de dormir eu não só faço algumas orações, são orações ecumênicas, né? Depois eu faço meditação através de mantras que eu criei. Então eu fico quase uma hora toda noite antes de dormir. É isso aí que é são mantras de positividade.
Tudo que é positivo eu faz parte. Então eu faço um escaneamento sensorial pensando em tudo que é positivo. Um escaneamento sensorial. Quer dizer, eu faço, eu peneto no meu corpo e tudo é positivo. Eu não tenho nada, nada me atinge e por aí aa eu vou conseguir fazer o que? Exatamente. Então, o resultado disso é que a positividade me acompanha. Então, não tem nada por exemplo, sabe? Ah, eu tô com a dor de cabeça, não tô com dor de cabeça, não se dor de cabeça. Se há alguma coisa está me incomodando nesse sentido, então a primeira coisa é mentalizar que não existir a positividade para não haver aquilo. E livra, meu caro, livra. Sabe? A dor, você tá com uma dor, uma dor, uma única coisa que eu não pude resistir foram as héras que eu tive. Então aí eu tive que operar, que era de risco inclusive.
Aham. Mas aí até episódio curioso, fazendo uma uma recuperação depois de uma cirurgia de hér, recuperando na recuperando toda hora chegava enfermeiro, eu vou botar oxigênio aí no senhor. Botar o para quê? Não, mas só a sua respiração, essa respiração é resultado de de um treinamento. Se eu estou sentindo alguma coisa, sentindo dor, eu faço uma respiração especial, respiração que eu desenvolvi. E respiração essa que eh alivia, principalmente porque a dor tem dois aspectos. tem a dor localizada e tem a dor emocional, que é a consequência daquela dor. Você pode intensificar a dor a partir do do que você interpreta a dor. Então, para mim, essa dor ela não existe. Então, consequentemente eu vou através de uma respiração, eu vou eliminando, eu vou reduzindo a a dor. Então, sabe isso aí? Mas isso é uma coisa prática minha. A gente tem pessoas que perguntam: "Ah, você pode ensinar isso?" Não vamos ensinar porque isso é meu meu seu sistema, né?
Exatamente. Muita gente diz assim: "Pô, eu queria chegar na sua idade, na sua saúde, então começa agora, né? Qual que idade você tem? Começa agora, descubra-se." Mas essa essa questão, principalmente alimentar, eu aprendi com o meu pai. Meu pai fazia uma alimentação especial para ele e ele já dizia: "Papai, como é que você come? Coisa ruim. Um dia o teu corpo vai te pedir, um dia você vai conseguir fazer uma leitura do seu corpo, das suas necessidades, você vai saber o que que é bom, que não é. E verdadeiramente, você, por exemplo, se eu pegar no dia eu tava lá na na casa do interior que eu tive, né? Aí fizeram a zip, aim frito, né? Eu gosto muito, mas o acontece é o seguinte. Na hora em que eu peguei o primeiro era tava cheio de óleo, né? foi feito no óleo, feito no óleo, cheio de óleo. Então disse assim, isto não vai me fazer bem. Então parei e aquele que eu já havia consumido, eu a mentalização foi não me fará mal, não sei mal. Agora o corpo reage imediatamente, imediatamente o organismo se queixa. Quem diz o seguinte, olha, tá mal tá mal. Certa vez aqui Alice fez um que que ela fez? Não sei se foi uma
coisa qualquer, uma sopa, uma coisa qualquer que ela havia feito, pode tomar que não tem nada, mas ela botou aqueles cubinhos de, como é que chama aquilo? Os cubinhos que tem de de que é um negócio horroroso, enfim, você como se fosse para você temperar. Aham. Isso aí quando eu tô min primeira, segunda digo tem uma coisa estranha. Não tem nada sua roupa pura tomar. Tem alguma coisa? Você colocou alguma coisa? Ela disse: "Ah, tem razão. Eu coloquei o cubi naquele então meu corpo imediatamente identifica identifica a a inadequada inadequação de alguma coisa que eu tô ingerindo. O mestre, o mestre falou em oração, que o mestre faz oração. O mestre segue uma religião ou não? O mestre frequenta uma igreja? não de igreja alguma. Na realidade é por, vamos dizer ligação, muito ligação com meu pai, eu sou um jeito espiritualizado e uma batendo numa divisão espírita muito profunda. Então isso é seria alguns não chama de religião, mas é uma é uma linha de pensamento que eu tenho, tá? Agora,
como é a formação toda foi católica, então tem muito, tem as raízes todas. Mas eu respeito, eu tenho uma uma um enorme enorme respeito demaisos demais interpretações religiosas que muitas vezes em Israel gosto muito da de alguns algumas aspectos da da linha da linha judaica. Fantástico. Assim como também a zilâmica também tem coisas fantásticas. Mas a não tenho, não tenho nenhum, não frequento nada, não frequento uma igreja. A minha igreja, o meu, o meu altar é o meu ambiente. Que o mestre, que que Deus representa? Que que é o que? Não. Sim, mas o que que é um Deus? Assim, o que que o mestre acha que é que é o Deus? O que que é? São forças do universo. Que para mim as forças do universo são no meu Deus, elas é que estimulam que essas as forças são reais. elas existem e estão comprovadas cientificamente.
Portanto, não é não é nada etérico, coisa consistente. Ora, o que acontece é o seguinte, eu sempre estou ligado a essas forças do universo através de pensamentos e simplesmente sempre isso aí, pensamentos positivos e os pensamentos que são alçados a um patamar mais elevado. Quer dizer, uma uma interpretação espiritual. Então essa interpretação espiritual é que faz com que eu tenha um um canal vínculo e um canal ligado a essas forças córdicas, que são aquelas forças que vão nos alimentar permanentemente e que vão nos permitir continuar, desistir, perpetuar. São essas forças que vão permanecem. Então o meu Deus é esse aí. Esse é o Deus que eu também sempre falo que eu Deus tem muita gente que acredita em um outro tipo, mas também respeito não vale a pena. Mas para mim Deus é tu venerar Deus é tu fazer coisas boas. E eu acho que Deus tá no coração, na verdade isso para mim que eu acredito também cada vez mais acreditar nisso também que pode tá certo disso, tá dentro de nós dizer, veja bem, quando você diz assim, então vamos vamos estabelecer uma relação entre orações, orações e qualquer e qualquer credo
religio. A oração o que que é? É tentar trazer o positivo para dentro de você. E o, vamos dizer, isso vai te alimentar espiritualmente e vai te alimentar fisicamente. Espiritual e físico estão juntos. Ora, então o que vai acontecer é o seguinte. Se você faz uma oração e que você tudo aquilo é positivo, o que vai acontecer é o seguinte. A grande probabilidade de você estar eh se curando, autocurando é enorme. Coisas boas, né? Exatamente. Aí você atribui isso a uma crença específica. Ela sai em qualquer crença, desde que você esteja caminhando por esse lado positivo. E esse vínculo espiritual, o que você não pode, que as pessoas não podem perder de vista, é a necessidade permanente de nós estarmos com essa sensibilidade espiritual, a presença, a presença das forças do universo através de energias e a presença de forças espirituais que estão permanentemente no ar. aquele negócio hoje em dia, hoje tá muito comentado isso, você dizer certas coisas dentro de casa, aquilo pode trazer um peso para você na sua vida cotidiana. Mas o que
que é isso? Nada mais do que a positividade permanente. Você é um de sabe aquele negócio é o seguinte, poxa, que coisa horrorosa isso, que coisa chata, que merda que isso aqui sabe a comida tá trazendo negatividade, comida tá ruim, não come ela já ficou ruim, sabe? Então, a coisa é essa. Você não não você não pode ver, sentir e e se alimentar e qualquer coisa que você acha que tá ruim, né? Exatamente. Que possa ter um pigo de negatividade. Se, tipo, eu tenho sido assim muito com pessoas, eu perto de certas pessoas tem coisa que tá sendo tão forte que eu já me bloqueia todo que às vezes eu não consigo nem falar e eu tenho que sair dali porque exatamente e geralmente não tenho errado. É, chega a ser impressionante. Mas é um sentimento que você tem aí. Isso aí é muito positivo e e deve e deve tá, sabe, deve ser permanente ligado, porque realmente pessoas negativas, eu sinto isso quando um seminário, pode um seminário com, sei lá, 50 ou 200 ou 400 pessoas é a mesma coisa, mas o que prevalece ali é muitas vezes as energias necessárias das pessoas que estão lá, porque eles estão precisando de energia.
Eu sou um doador de energia, eu sinto isso, né? Então sabe que é isso que eu digo, tem tem lugares que a gente vai que a gente sente coisas boas e quer voltar e tem lugares que a gente não quer nunca mais nem pisar dentro. Exatamente. Então quando vezes eu termino o seminário, eu tô exausto. Exausto. Eu senti que sugaram a energia sugaram, sugaram, sugaram, sugaram. Mas eu acho que sugaram porque estavam precisando ou ou tinha coisa ruim ali? Não tinha coisa ruim de necessidade. Porque às vezes porque às vezes realmente a gente vai num lugar e as pessoas acabam sugando, mas é porque realmente elas também estão precisando muito, é muito, né? Muito. Tanto que quando eu faço e todo seminário que eu dou ten uma pequena pequena fala no início, são falas de positividade para que as pessoas tenham consciência do que que elas vão receber ali, que não é simplement você aprender a fazer um movimento, um golpo, uma técnica. é muito mais o conteúdo daquilo, o que que aquilo traz de contribuição paraa sua vida pessoal, não sua vida de atleta, sua vida pessoal, tá? Então, e esse aspecto é que é fundamental e depois a o simples fato às vezes você fazer contato físico com uma pessoa, você sente imediatamente a vibração ali se ela é positiva ou negativa. certo tempo para cá, eu também resolvi mudar minha vida e outro ro. E
isso cada vez, cada vez que foi mudando a vida, esse essa sensibilidade foi aumentando, cada vez aumentando, aumentando, aumentando, que chega a ter momentos que chega, tá impressionante, que eu não tá nem acreditando no que que tá acontecendo. Exatamente. Exatamente. Agora, nesse ponto tem uma coisa interessante. Eu tive, esse ano eu tive no Chipre, a ilha do Chipre, né? Eu estive lá com um aluno meu que é que é acompanha a religião islâmica Eliz. Então, ah, e as pessoas com quem ele se vincula lá, os Shakes e tudo mais, são todos voltados para isso. Houve um momento que um Sheik quem eu fui na casa dele, ele ele um momento ele me, se me permite, então ele fez uma oração qualquer com a mão em mim. Então a minha a qual foi o meu o meu, ao invés de fazer uma rejeição, porque eu não pertenço a isso, abre, abre, abre, porque aquela pessoa não pode estar querendo fazer mal, não pode, porque você vê o semblante da pessoa, ela tá tentando fazer o bem, é, tentando fazer o bem dentro da sua perspectiva, da sua linha de pensamento, da sua filosofia de vida, da sua crença. Não, abre o seu coração, abre a sua mente,
deixa a penetrar. E fez um bem enorme, fez um bem. Eu senti o efeito. Aceitar todas as religiões, na verdade, não é discriminar por religião também sou. Eu também acho isso. Eu para mim, se precisou entrar numa igreja de de de crente, de Jeová, de católico, para mim, eu não tenho problema nenhum. E e eu acho que eu ainda sou contra, porque tem gente que fala: "Ó, eu sou católico, aquele lá não presta. Eu sou eu sou Jeová, aquele lá não presta". O pior absurdo, eu acho que é esse, saber que um é um mesmo Deus, um mesmo pai, é uma mesma energia. Sempre falo que Deus é uma energia. É uma energia. Exatamente. Que ele tá entre nós, entre energia. E veja bem, eu acordar o seguinte. O que o que o que e não é criticar, mas o que estraga um pouco toda qualquer crença são os os extremos, né? São os radicalismos. Então isso aí é que cria obstáculos para que a pessoa possa ter uma interpretação que se fosse simplesmente o seguinte, o coração, eu tive agora quando tá lá em no Chip um momento em que houve um momento de oração, né, entre entre do do pessoal que tava lá, eu tava num ambiente inclusive de orações e tudo mais. Não me convidaram, eu fiquei sentado, não pratico porque não conheço, mas recebendo tudo que dá, porque uma
oração, meu caro, não pode ter nada negativo, nada. As pessoas estão todas orando pro bem de alguma coisa, ou seu bem-estar pessoal, ou sua vida, ou que a vida de tudo melhore, ou que o alimento chegue à mesa. Então isso tudo capta, sabe? Eh, seja permeável, permita que isso venha. E caramba, eu saí dali. ótimo, ótimo e não sair dali e envolvido por uma religião, é envolvido pela positividade, pela tranquilidade, pelo pelo amor. Isso é que prevalece. Tive várias vezes em vários lugares em que estavam religiões absolutamente diferentes daquelas. Então, com maior respeito, com maior carinho, porque aquele ambiente, a propósito daquele ambiente é o propósito da paz, do amor. Então, se é, abre, abre o coração e receba. Não, eu acho que isso é que traz pra gente vibrações positivas e isso é que nos faz transmitir vibrações positiva. Quando você tá, quando eu faço, eu já tive vários episódios, vários comentários, pessoas que vieram a mim depois de uma de uma fala minha, poxa, você me fez muito bem. Eu não fiz bem, não, não fui eu que fiz, sabe? É o seguinte, como eu sou um canal aberto, provavelmente naquele momento as
energias queriam que através desse canal fossem dito as coisas e elas são espontâneas, elas são naturais e não tem nada formulado, nada formulado anteriormente. Tanto que as pessoas me perguntam qual será o tema da desse desse seminário, dessa aula. Não sei, mas acontece não. Quando eu vou olhar pra fins das pessoas, isso aí nascerá. Isso que é o legal, porque na verdade o mestre tá liberando a energia que o mestre tá sentando naquele local e vendo o que realmente eles estão precisando ali. Exatamente. E aí isso acontece realmente. É, porque não é a técnica em si, é o que ela representa. O conteúdo da técnica, ela tem outros valores que a gente precisa saber interpretar e a gente saber o que fazer. Ora, se você faz uma defesa de uma técnica qualquer, uma agressão qualquer, como é que você transporta aquilo pra vida pessoal, pra vida sentimental, pra vida profissional?
Como é que você interpreta aquilo? Muito mais do que não é não é a agressão, mas é o sentido da da tentativa de agressão e no sentido da forma como você eh neutraliza aquela agressão. Ela pode ser por palavras. Quantas vezes por palavra? ou até com a boca fechada, né? Não sei falar nada, simplesmente com semblante. Isso já aconteceu comigo algumas vezes, sabe? Simplesmente a postura e o semblante fez com que a pessoa recuasse, sabe? Eu não nem nem procurei saber qual era qual era a intenção da pessoa, mas você percebe que aquilo criou uma barreira com quem diz: "Olha, não vem porque já é, sabe? Não é, não vai dar certo". Quer que seja o resultado. Então isso aí é uma coisa extremamente importante. Agora, veja bem, por isso é que eu vejo dentro da minha linha de trabalho no jitos, o jit é um instrumento, instrumento pelo através do qual eu canalizo essas esses fatores todos, levo para as pessoas energias positivas, levo para as pessoas um, vamos dizer despertar, o despertar de coisas que estão às vezes armazenar, armazenadas no seu interior, seja na sua mente, no seu coração, despertar para que a pessoa
possa deixar com que aquilo passe a prevalecer na sua vida com positividade. Então, todos os movimentos, todas as técnicas, ela tem uma relação direta com o cotidiano da gente. Tudo, tudo o gesto e tudo mais. Tanto que para você, por exemplo, vou me dar uma aula, uma aula de autodefesa para quem nunca fez nada. A primeira coisa que se faz é o seguinte, é o equilíbrio. Você tem equilíbrio, é físico, você sabe se manter em pé. Essa, digamos, essa é chegar alguém para aprender com o mestre, a primeira, a primeira aula que o mestre dá é ser essa. Você sabe se manter em pé? Veja bem, agora vamos fazer uma analogia de saber manter-se em pé e manter-se equilibrado. E e esse equilíbrio ele é abrangente, é emocional, é espiritual, sabe? é físico. Veja bem, a amplitude de tudo isso é um reflexo a partir de um simples movimento. Então, o que que eu vou passar para essa pessoa fisicamente para que ela depois projete isso na sua vida através de outros elementos? Mas, como eu disse, o o equilíbrio emocional e espiritual, ter uma mente mais preparada para para encarar isso, porque no
momento em que você sabe que você eh adquiriu um componente que alicerçou um determinado momento da da do seu cotidiano, da sua vida, aquilo ele se alastra e vai atingir outros patamões. Então isso aí é para mim o fundamento de tudo. Ah, me ensina a defender o soco. Não adianta, não adianta. Não é o defesa do soco. Porque o existem tantos fatores que antecedem o soco. O primeiro deles é o seguinte: qual é o seu grau de equilíbrio para saber se comportar no momento em que algum soco foi desferido? Como é o seu comportamento para evitar que aquele soco seja desfilido? Isso i falar agora até para evitar o primeiro soco, né? sobre nada, porque isso é a defesa pessoal, é esse é esse é o lado positivo da autodefesa, porque a autodefesa não é nada física, ela começa com fator emocional de ambos os lados de conseguir identificar o momento que possa acontecer isso.
Exatamente. Exatamente. Então existem ambientes aquela história, você sabe que um ambiente não é propício, ele vai te trazer prejuízos até sobre todos os aspectos. Então para que frequentar? Para que estar lá? Ah, mas eu fui levado a Pera aí, meu filho. Fui levado lá. Eh, é uma condição que você se subjulgou. Você permitiu? Até vi isso num num podcast que o mestre foi do Pura Connect, que o mestre falou isso sobre a filha do mestre que ela pediu, acho que é pro mestre, como que ela fazia para se defender dentro de uma balada, né? Mas não vai, né? É, olha, lugar não vai na balada. É lá, lá não é o lugar certo, né? E se você fizer alguma coisa, tiver uma reação, imagina que isso vai reverberar dentro da palavra e que consequência, sabe? Você vê o quê? Posso te ensinar uma técnica, mas essa técnica vai causar uma revelação interna num ambiente que está distorcido naturalmente por bebida, droga, uma série de outros fatores. O clima, a música, tudo isso faz transformações, atrai, né? Atrai. Então, a melhor coisa não vai. Agora, se você quer ir, então fique atento. Só fica só atento. Tenta evitar o contato, mas se não puder evitar o contato, se disfaça daquilo ou
vai embora. Simplesmente é simples, porque senão fica, você fica sujeito, sabe? Aquela velha história, se você quiser brigar é só, é rápido, é só pensar que você tá fim e daqui a pouco se atrai, né? É, porque a gente pensa, eu sempre sou desse ponto de vista também, porque a gente pensa, a gente atrasa. É, tá tudo aqui, né? Na verdade, a gente quer é tanto pro bem quanto pro mal. Então, tá tudo na cabeça. Exatamente. Exatamente. Então, isso em tudo mais, tudo na vida tá relacionado com isso. Então, o que o que é você praticar o juiz? Para mim, o juízo foi passando por transformações na minha cabeça, né? minha forma de interpretar e na minha forma de agir. Então, antigamente ensinava a técnica sempre foi o objetivo ensinar técnica porque esse era o princípio e era o objetivo. Estava muito mais voltado à técnica esportiva porque era era demanda maior.
O que que é a técnica esportiva se senão um elementos recreativos? Não tem outra finalidade. A defesa não pode nada, tá? Então é simplesmente a recreação mesmo. Quando eu vou praticar aí já com visão de performance diferenciada, qual seria? Eu vou entrar no campeonato? Aí eu tenho que ter outro tipo de comparação, mais aperfeiçoamento, mais direcionamento na minha interpretação aí orientado por um coach competente, tal. Esse é o aspecto. Agora, se você então num dado momento, eu fiz uma grande transformação, é o seguinte, por que a o esporte em detrimento na necessidade imperativa de todos nós baseada nos princípios da autfesa, não na técnica, nos princípios da os conceitos básicos.
Então, esse é o caminho e esse caminho é o caminho que vai perpetuar não só a arte, como vai perpetuar a capacidade de cada indivíduo de se manter estável, equilibrado e poder eh eh projetar sua vida a longo prazo. Esse não, meu caro, você não tem, sabe? Você fica limitado para limitado demais. Agora o que acontece é que na medida em que você imagina se eu tivesse uma academia, eu não tenho academia, academia fosse um um professor e desse aula várias horas por dia, que que o aluno vem buscar? A maioria dos alunos que vai na academia é o seguinte, a eu quero aprender a me defender. Se é não maioria, eu quero, eu quero treinar, eu quero ser lutador. Quantos que demandam esse tipo de coisa e que realmente se transformam em lutador?
Nem nem 5% da Quantos que vêm naquela história? Eu quero aprender a me defender. Mas que tipo de defesa? O que que você tá interpretando com defesa? Qual é o seu a sua necessidade? Prender brigar quando isso qual sua necessidade? Ah, eu não quero, eu não quero ser um cara me agrediça, eu quero saber me defender. Então, vamos começar um processo mental de de demanda tempo até você ter o primeiro movimento técnico. Primeiro movimento técnico. Aí você tem que, por isso é que todos os movimentos que sempre existiram no programa da USA da Academia Greense, eu reduzi a um mínimo da seguinte maneira. O que que é extremamente necessário? Tô falando isso ponto de vista técnico. O que que é extremamente necessário? O que que é são as probabilidades de uma eventual agressão? Quais são as agressões mais comuns? Então, com isso, você enxuga de maneira que a pessoa que não tem tempo para treinar o suficiente para ter resposta, a resposta com a precisão e a e o timing perfeite. Então, porque você para fazer isso, você tem que treinar todos os dias, horas por dia.
Uhum. Para que a sua resposta seja absolutamente consistente. Caso contrário, você não terá, não terá. consequentemente, não adianta você estimular o cara e dizer que ele vai fazer através daquilo, ele vai se garantir, não vai se garantir, ele vai se ferrar, vai ser o contrário. Contrário, completamente o contrário. Então o que você tem que fazer fazer uma preparação gradativa e esse e o aluno que chega numa academia procurando, eu quero me preparar para me defender, não sei o quê e tal, ele no fim diz assim, poxa, mas eu quando é que eu vou aprender golpe? Quando você tiver preparado. Qual é as qualidades que que um professor de jit precisa ter para ser chamado de mestre? forma de de de visualizar isso com mais facilidade. Se você quiser treinar, você procura um parceiro. Se você quiser, se você quiser rolar, você pega um parceiro. Se você quiser treinar, você procura um coach, um treinador. Se você quiser aprender, você procura um professor. Se você quiser entender, procura o mestre, certo? Então, o mestre é aquele que teve a capacidade de passar por todas essas etapas, que conseguiu amadurecer uma visão consistente de que a função e a e a e o mérito do trabalho deles
voltado para enxergar mais profundamente além da técnica, além do golpe, muito mais na interpretação das necessidades de cada indivíduo. Então o mestre é aquele camarada que pode diagnosticar, assim como um médico e alto padrão, ele vai diagnosticar as necessidades do indivíduo, saber trabalhar aquilo seu ponto de vista de de fazer com que o indivíduo comece progressivamente, gradativamente alcançar os patamares necessários para que num dado momento ele consiga superar todas as suas deficiências, todas as suas o seu as suas suas angústias, suas necessidades e consiga dar como com consistência a sua capacidade de eh interpretação, interpretar, avaliar e ler situações que podem trazer consequências mais danosas. Por exemplo, dizer você, aquela velha história, você é que nem um você vai procurar um terapeuta, seja um psicólogo, seja um psiquiatra, qual é o seu objetivo?
Primeira coisa que ele faz, eu quero dizer você, quero saber quem você é, que você vai que laço você tem, que que quais são as suas expectativas. A mesma coisa no no na prática. O mestre é aquele que vai interpretar. Não adianta chegar e simplesmente agora vou dar uma, vou ensinar uma série de técnicas e isso onde vai encaixar cada técnica dessa, nas necessidades individuais. Então, quando eu vou um seminário, eu faço exatamente essa esse aquecimento através de uma pequena palestra para poder analisar através dos semblantes das pessoas quais são as expectativas. Eu digo certas coisas no meio da da palestra que eu vejo as reações eh eh as reações faciais e às vezes até movimentação do do indivíduo, dizer qual é a grande expectativa que ele tem. E muita gente diz assim o seguinte: "O que que um camarada já já já fiz essa leitura muitas vezes?
Uma pessoa como eu, 88 anos de idade, 78 de prática de jitos, tanto de 71 anos de como professor." Quer dizer, que que as pessoas imaginam que eu vou vão chegar para dar um seminário? O que que vai acontecer? Alguns vão dizer o seguinte: "Pô, o que que o velho vai fazer?" ele vai, sabe, vai mostrar coisas do passado, coisas que não existem mais, coisas que não estão atualizadas. Ou então o seguinte, será que ele é capaz de fazer? Será que é? Então existem esses tipos de interpretação. Primeira coisa, você tem que vencer essa primeira barreira. Ao começar a falar, as pessoas vzem que existem outros aspectos além da técnica.É. Então essas esses aspectos é que vão aquecer a mente das pessoas além da técnica física. Analisar física. Exatamente. Então aí você começa com determinados movimentos em que as pessoas começam assim, pode até perguntar, mas por que que eu vou fazer esse movimento? Eu quero saber como é que eu faço uma chave de brac, como é que eu saio de uma técnica assim?
Tanto que eu digo pras pessoas, quando eu ensino uma técnica, eu ensino como sair dela. E a técnica é tão boa que não tem como sair. Como é que eu sou? Como é que eu saio de uma chave de braço? Se der achar você não sai. Então o que que eu vou ensinar a a saída? Se eu preciso ensinar fundamentalmente a a melhor execução de uma técnica para que ela seja tão precisa e não tem como sair. Assim é a vida, o dia a dia de com todos nós na vida é essa. Eu não, eu não vou ensinar você a escapar de alguma coisa, vou ensinar você a fazer melhor para que não haja forma de alguém escapar, certo? Sabe? Então essa é a questão. Por exemplo, se você tá entrevistando, no momento em que você tá entrevistando, a questão é: as suas perguntas são são cabíveis dentro dos objetivos da conversa da da conversa.
Essa pessoa com a quem você está fazendo a pergunta é uma pessoa acessível e você e ela interpr como ela interpretará a sua pergunta? como é que ela pode inclusive trazer eh interpretações que não estão condizentes com aquilo a tua expectativa. Então, é exatamente esse é o quadro. Então eu acho que o mestre é aquele camarada que interpreta as necessidades, aquela pessoa que é capaz de saber do que você ou pelo menos interpretar através do diálogo, através da avaliações diversas, você vai fazer com que você vai direcionar o seu ensinamento, que pode ser simplesmente de palavras. Você não precisa botar a mão, não precisa fazer técnica algum. Isso pode solucionar boa parte do problema inicial, das dificuldades iniciais, das necessidades iniciais, para que depois então você possa entrar com alguma técnica. A parte técnica é a parte lúdica, é aquela que o pessoal, puxa, que bacana. Então, já vi várias vezes as pessoas, pô, como é que o cara na sua idade consegue fazer isso?
Mas uma pessoalidade, porque o conseguir fazer aquilo, eu não tô conseguindo fazer, como eu sempre fiz. O que pode diferenciar do que eu fazia quando eu tinha 30 anos e o que eu vou fazer hoje é a o requintar, porque como a resposta física já não é a mesma, então você tem que requar para que o seu time seja tão bom quanto foi aos 30. Esse requin é o detalhe fundamental. Agora, quando você vai passar isso para um aluno para que ele possa assimilar aquilo que você tá passando, então é um processo longo e gradativo. Portanto, o mestre é aquele camarada que não faz, sabe? Coloca sempre o detalhe ou a técnica em segundo plano ou utiliza a técnica como uma forma de levar ao aluno a informação que ele precisa para melhorar o seu os seus valores interiores. Queria que o mestre falasse um pouquinho da situação que o mestre recebeu nono grau. Hum.
E o mestre resolveu colocar a faixa branca. queria que o mestre explicasse essa situação aí, que na época eu eu escrevi sobre isso na página e foi uma coisa que chamou muita atenção das pessoas. Muita gente começou, isso atingiu um número muito grande de pessoas, acabou meio que viralizando isso na época. Eu acho que passou de milhões isso, essa imagem, a o mestre recebendo lá a faixa e o mestre optou por colocar novamente a faixa branca. Queria que o mestre falasse um pouco sobre isso, o que que representava aquela faixa branca pro mestre na época. Olha, quando eu completei 80 anos e 70 de prática dos, havia fizeram uma homenagem, fizeram um evento grande, chamou-se de meeting, os 80 anos, tal. Então, naquela oportunidade, a as pessoas que organizaram, o objetivo delas é o seguinte: vamos homenagear e vamos homenagear não só o tempo, a vida, mas o tempo de prática e como é uma data redonda, então vamos aproveitar porque como você fiz, quando eu fiz 60 e 50 dios, nós fizemos o primeiro miting agora, então isso foi se repetindo todos os anos, só que este era especial. Ora, no momento em que havia o evento, o
seguinte, de que maneira eu me apresento nesse evento? São pessoas que vindo de várias partes do mundo com, sabe, com a pensamentos dos mais variados. A primeira coisa, primeira mensagem que eu queria passar pras pessoas lá presentes são na grande maioria são alunos meus, pessoas que já foram alunos, pessoas que são alunos. A primeira mensagem é o seguinte: mente aberta. para que você seja um eterno aprendizo. Então, como é que você faz isso? Dispase de qualquer vaidade, dispérito de tudo. Volte e demonstre a sua vontade de aprender, não só estando presente. Então, a minha a a parte que foi marcante foi exatamente o seguinte. Isso tudo eu eu eu resumi na postura de colocar uma faixa branca. E como é que eu fiz isso aí? O seguinte, estava lá presente um neto meu que na época praticava até juízo. Ele continua praticando. Ele devia ter o quê? Uns 8 anos, possivelmente por aí.
e a e era a pessoa mais jovem presente. Então, primeira coisa, normalmente você recebe a graduação das mãos do seu professor, o seu mestre. Então eu fiz o inverso, como eu recebi uma graduação de volta a, né, de abertura, né, simbolizada através de uma faixa branca, então eu pedi o meu neto que ele entregasse a fa Ah, foi ele que entregou, porque eu eu não vi imagens da Eu só vi a foto mestre com a faixa branca. não tinha pego o contexto inteiro da da Exatamente. Mas ele esse neto me entregou a faixa branca e a aí o que eu fiz? Quando eu coloquei a faixa branca, houve uma, eu vi inclusive no no ambiente houve uma uma certa, sabe, como quem diz, obra, o porquê, é o porquê. E depois eu eu dei uma ampla explicação disso para mim exatamente nesse nessa visão. E ao mesmo tempo algumas interpretações, quando eu cheguei a ver na internet, sabe como é que se isso é muita vaidade? Ol, vaidade. Chegaram a comentar de vaidade.
Vaidade, porque na realidade é o seguinte, não tem vaidade alguma. Verdade. É excluir exclui a vaidade que se mexe resolveu botar a faixa branca novamente. Exatamente. É dentro de um simbolismo que diga o seguinte: estejam sempre preparados para aprender. Como eu estou preparado para aprender a qualquer instante qualquer pessoa. Então isso que significava a faixa branca que o mestre colocou ali naquela hora. esteve esteja sempre preparado para aprender. Exatamente. Exatamente. Que é um conceito tradicional, oriental que eu acho que se não me engano eh na palavra em japonês, agora não me recordo, que é o eterna, a mente aberta eternamente para aprender. Quer dizer, isso para mim é uma verdade, é uma verdade que me acompanha, eu faço isso. Dizer, muitas vezes as pessoas, você viendo as as porcarias que aparecem na internet, não, eu quero fazer a interpretação porque o que aquilo ali sempre vai trazer um aprendizado, não aprendizado técnico, mas o aprendizado o seguinte: por que essa pessoa está apresentando isso dessa maneira e por que essa pessoa teve a audácia de fazer uma apresentar uma técnica que é absolutamente inadequada e que não tem menor conteúdo, tá? Então é
muito mais nessa visão e evidentemente existe o espírito crítico que aí eu faço dentro para mim mesmo, certo? Mas, por exemplo, o que eu várias vezes, eu já falei isso várias vezes, é o seguinte: autodefesa, autodefesa não é qualquer pessoa que pode transmitir conhecimentos de autodefesa, não é qualquer pessoa. Aí deveria ser sempre um cara que tivesse mestrado. já passou por diversas etapas da vida, que não é ensinar golpe, não é ensinar movimento, é ensinar conceito e todo um sistema, sistema de preparação emocional para que você possa estar habilitado, se necessário, a utilizar técnica. Então, já falei isso e não foi só no Brasil, não, em vários países que eu sempre falando com autoridade o seguinte: o que falta é uma legislação que imporá, estabelecerá como regra é que só pode assinar autodefesa quem tiver determinado grau de preparação baseado num currículo tal, tal, tal, tal, tal. Assim como se você não quer tirar porte arma, você quer ter
um porte de arma, então você tem que ter habilitação para isso. Tem que passar para um teste psicológico, teste de técnico por tudo, né? A mesma coisa. Você teria um alvará que lhe permitisse ensinar. Então tá esse absurdo que está hoje disseminado por tudo que é lá, lamentavelmente no circo, né, mestre? um circo e com ensinando coisas que são absolutamente inadequadas e que vão trazer prejuízos, inúmeros prejuízos. O primeiro prejuízo é a expectativa de que aquilo que funcione não vai funcionar. Então vai haver uma profunda decepção com sequelas e consequências que possam ser danosos e até mortais. Então isso isso primeira primeira coisa, isso precisava ser bloqueado. E a quem que vai ensinar, quem é o professor, quem é a pessoa especializada na assunto, que preparo essa pessoa tem, que capacidade tem essa pessoa de interpretar as necessidades de um indivíduo, de uma criança, de uma mulher para que você possa saber exatamente como orientar. Não é ensinar, é orientar. que caminho você deve seguir e que tipo de trabalho deve ser feito para que a pessoa possa ter mais eh capacitação emocional, comportamental do
que física e técnica. Entendi. Porque física e técnica qualquer lugar você faz, aprende, né? Aprende, não é, não é difícil. Agora, a adequação de utilização daquilo e o momento para utilização daquilo depende de outros fatores. Os fatores são emocionais e comportamentais. Então, uma coisa tá ligada, então você tem fatores que antecedem aquilo e outros fatores que são muito sérios é são aqueles voltados para a essa parte emocional. Como é que você faz esse movimento? Como é que você faz isso? Por que que você faz? Quando você leva isso a um a um termo, como você perguntou, aqueles crenos de taparia, no fundo, aqueles trenos que haviam naquela época eram eram a partir de um sistema mais grosseiro, né? Você estimulava certos sensores da pessoa que o davam certa capacitação de saber interpretar a agressão, certo?
Agora quando você diz assim, vai puxar o cabelo e bota a mão no cabelo, simplesmente a mão no cabelo, é irreal, isso não vai acontecer. Olha, então quando você ensina uma técnica decorrente de uma simples mão no cabelo, o que vai acontecer é que a pessoa interpretará aquilo como sendo uma solução. E na hora que a pessoa que agride, pega no cabelo e arrasta no chão, a como é que eu faço aquele negócio? Então, sabe? Esse é o fator. Esse é o fator. Outro dia tinha uma uma aluna que tá fazendo preparação para o exame de faixa preta, que será agora em dezembro. Então ela apresentou na mentoria que eu faço com essas pessoas que são que são candidatos, ela apresentou o chão de cabelo. Eu digo: "Olha, para com isso que isso não vale nada. Não vale que é realista". Agora você quer saber como é o chão de cabelo da real, da real? Então antes puxar o cabelo e te arrastar pelo chão.
Solta agora. Sabe tomar um choque. Então como não gosta de puxar o cabelo, a pessoa que tá trabalhando com você vai te agarrar no quimon da gola de trás vai te puxar como se tivesse puxado e vai te arrastar no chão. Agora sim você vai fazer a técnica. Agora mudou a configuração totalmente e isso é realista. Eu peguei imediatamente que eu tinha visto de manhã, eu tinha visto na internet, mulheres brigando, puxando o cabelo e arrastando pelo chão. Olha, tá aqui, ó. É exatamente isso que eu acontece. Essa é a verdade, essa é a realidade. Bom, então não quer dizer que aquela técnica que se praticou durante anos, vem se praticando e muita gente já continua praticando, foi a toda a base eh da da formulação das técnicas de autodefesa da da da Academia Grécia dos anos 50. Tá errado? não está errado, até porque o uso daquela técnica, ela dá a você uma amplitude de visão de todos os segmentos de uma de uma, vamos dizer, de uma condomínio e de uma de uma finalização.
Agora, não é real o ataque, por conseguinte, a prática daquilo não deve ser feita como sendo a prática da verdade absoluta. absoluta é diferente, assim como o soco. Sabe quem é que dá soco direto? Só o do especialista. Quem pratica box ou quem pratica muitai, quem sabe dá soco. Ninguém dá soco. Vai, pessoal. Dá soco. Voador. Aquele soco mata cobra, quer mandar o braço. Este é o soco mais realista. Agora sempre quem dá o soco é o co mais forte. sempre mais fraco, ele vai fazer outra coisa. Ele vou brigar com caramba, tomar fora, dar um soco nele, sabe? Se ele me atingir, ele me ele me mata. Então o que que eu devo fazer? Então o soco, tem que imaginar a potência do soco é o ponto mais grave do que ele atingir você. E se você tentar neutralizar um ataque de soco sem usar uma técnica consistente, segura, precisa, o camarada vai te deslocar, vai te jogar no chão.
Então o prejuízo tá feito. Então quais são os elementos necessários para que você possa evitar que um soco de uma pessoa mais forte, mais potente seja, atingja o ponto crítico? vai atingir você ponto crítico de potência. Então isso aí são da física. Eu precisa se aprofundar um pouco mais para que você possa saber que os movimentos de uma mecânica são baseados em princípios de força, potência, eh velocidade. Essa essa agora voltando, tudo isso faz parte de um contexto amplo em que o professor, o mestre tem que estar preparado para isso, senão é tudo conversa fiada, papo papo, conversa tal. Então o que aconteceu? Ficou mais fácil botar a pessoa para rolar na academia.
Você vai você não precisa fazer nada, você precisa saber rolar. E aí rolar você vai vai acrescentando movimentos, vai acrescentando conhecimentos e tudo mais. Aí você rola. mest entrou nesse assunto e é é engraçado que quando eu comecei lá na primeira no Jits quando eu cheguei na academia as pessoas não chegaram lá e falaram para mim teu objetivo aqui quando te colocaram lá para teu objetivo é esse. Tu tem que vir aqui passar a guarda, tu tem que baixar a pala, tu tem que chegar aqui na lateral dele, tu tem que montar nele, tu tem que finalizar ele. Se jogar vai é não, ninguém falou qual era o objetivo. Isso é uma coisa que sempre me deixou bem indignado. Porque uma pessoa entra num fazer alguma coisa, praticar alguma coisa que eles não ensinam nem qual que é o teu objetivo. É, é a incapacitação de quem tá lá verando. Isso é básico. Por isso é que Mas isso, isso eu acabei vendo que não foi só uma pessoa que que me ensinou, que isso acontece na grande maioria dos locais que treinam, as pessoas vão ensinar qual é o objetivo que que tá ali.
Mas é a má formação, é a má formação do indivíduo. E o que acontece é o seguinte, ele ele chega no argumento, aí tem um termo que diz: "Ele ganha a faixa preta". E ninguém ganha a faixa preta? Comigo ninguém ganha faixa preta. Eu só é promovido a faixa preta conquistada através de um lastro, através de um histórico e através de um conhecimento que ele demonstra ao ser examinado. Mas não é um, é o segmento é um é um ele vai demonstrar a sua capacidade pedagógica. Eu sei ensinar, eu sei transmitir técnica. E técnica aprende, saber transmitir técnica, saber transmitir conhecimento, aí já depende de uma outra dimensão do saber. Bom, então o que acontece é isso. Essas pessoas ganham a faixa e no dia seguinte abrem uma academia. Que que ele sabe fazer? Nada. Ele sabe mostrar mostrar a técnica, ele não sabe mostrar posição, né?
Mostrar a posição. Vou mostrar posição. Aí agora repete aí o cara não sou, não consigo fazer. Não vai fazendo, vai fazendo que dá certo. Sabe por quê? Porque ele não tem capacidade, não está preparado para aquilo, preparar uma, não tá preparado para preparar uma aula. Exatamente. Então isso não pode chamar esse professor. Ma é instrutor. Agora o que acontece é o seguinte, vai, como é que essa pessoa um dia vai tentar ensinar técnica de alta defesa? Você não sabe nem Ele não sabe nem puxa aula aula não sabe. Então é essa outra deformação. Aí ele ouve falar, ele viu algum dia já viu pessoas aí medalhões, né, do jito tentando, mostrando coisas de autode defesa e são críticas, críticas, críticas, críticas, críticas, sabe? Aí pega um um um grande mestre, como Grace, por exemplo, que fala as verdades, aí ninguém gosta.
Ninguém gosta. Quando ele fala em porrada, é é a realidade. Um cara que vivenciou e sabe situações bem dramáticos e bem crítico. Então o pessoal fica, ah, porque pô, o cara faz isso, o cara faz. Mas, meu caro, ele ele fala uma linguagem que é a linguagem mais simples da falagem da rua. Exatamente. Linguagem da rua. Entendeu que qual é o recado? Agora saber fazer outra coisa. Esse esse é o grande o grande problema. O que ele tava fazendo, ele demonstrou alguma coisa na internet e que uma aluna minha lá do Sul me mandou, como é que o senhor vê isso? Digo, fantástico, porque ele está demonstrando uma forma que é absolutamente realista. Isso acontece mesmo. Isso é verdade. Então, a a e as pessoas não conseguem entender por não conseguem porque não tem. Primeiro não tem capacidade. Segundo não tem quem explique. E aquela pessoa que tenta mostrar como é que se faz, ela não sabe se quer fazer para ela, sabe? Então esse ponto é o ponto crítico no que diz respeito a defesa. Rolar, meu caro, qualquer um rola. Qualquer um. Você pegar dois faixas brancas, dois camaradas que começaram ontem, eles passam a ver vídeo na internet. Um dia
um pode ser campeão mundial, que é só rolar. preparação física, rolar, rolar, rolar, rolar, rolar, intensificar. E outra coisa, estratégia, estratégia de luta, como hoje tem tanta regra, você pode saber se é uma estratégia de luta que você pode ganhar a luta por estratégia, porque você vai seguindo os passos, grande precursor de tudo isso foi o Carson Grace, pegava, interpretava a regra. Como é que é a regra? É assim, então o pessoal, olha, a regra é essa, os caras eram preparados, eram, tinham competência e tudo mais, mas tinha regra. com a regra de baixo do braço todo mundo ganhava. Por quê? Porque para ganhar até a fórmula fórmula. Exatamente. É, então isso é o lado estratégico da luta. Agora agora a tal a tal história, se você passa por cima da da regra, o seu objetivo é sua finalização, você pode perder uma luta. Por quê? que o outro tava com a circa de braçosa.
Mestre, agora deixa eu fazer uma outra pergunta bem clichê pro mestre. Qual foi o momento mais feliz que o jiu-jitsu proporcionou na vida do mestre? Mestre ficou marcado para sempre assim, pô. Mais feliz foi, vou vou vou vou vou botar em escala de de valores e de pesos. O primeiro foi foi quando o foi na escola buscar. Esse foi o momento mais marcante, mais marcante da minha vida. Porque a grande pergunta que eu fazia na época é o seguinte: "Caramba, por quê? Por que o que que ele o que que ele fez? Esse camarada que era um astro, que era uma figura sabe, né? Vai na minha escola me pegar, me botar dentro do carro dele para me levar para casa e depois aí que eu fosse pra academia para recomeçar a minha vida no J.
E outra coisa, aquilo foi tão marcante, me senti tão firme, tão seguro, que na hora em que eu fui à tarde, eu fui absolutamente convencido de que alguma coisa ia mudar na minha vida. Esse foi o primeiro passo. E o segundo passo foi quando eu tive a primeira primeiro impacto de que aquilo de que o que eu fazia que o jito poder tinha me proporcionado. Dizer aí alguns episódios. Primeiro episódio eu tinha um um colega de colégio, batia em todo mundo na escola, um cara grande e tal, era o rei da toda a rapaziada que eu corria atrás dele, porque ele era esse camarada alguma vez ele vai esse negócio de jitos e tal. Eu digo, você quer testar, quer experimentar? Eu falei com ele, traz ele aqui para terminar com você e tal. Aí eu convenci que ele fosse e convidei dois outros colegas para que ele acompanhasse para se fossem testemunha. Aí o botou o quimão nele, botou o quem mim, eu dei uma escova nele daquela.
Ele era machado, ele era machado da escova, uma escova de jitos, né? Aí ele chegou com ele cansado para caramba. Ele botou o quê? 2 3 minutos e o cara quase morreu. Aí o chegou para eles, ele chegou com ele, dis: "Mas de guima, eu não sei fazer não. Você quer fazer assim guim? É, mas eu tô cansado não tem problema. Descansa aí". Aí me voltou para treinar e me vio até com Valdemar Santana. Eu fui rolar com Valdem Santana. Aí sem quimono agora. Então fe fizemos sem quimon semono também dei umas covas nele aí o que aconteceu? Disse: "Pô, mas é não tem porrada esse negócio. Você quer porrada? É outra coisa. Se quer não tem problema. Senta aí, descansa. Me botou para treinar com Valemar. Aí sem que monta. Eu treinei, treinei, treinei, treinei. Quando agora ele falou, Bel perguntou para ele, se você tá descansar, tá? Agora vale tudo. Em segundos eu tava com ele finalizado. Disse: "Pô, mas é sabe, é estranho porque eu não consegui nem chegar." Disse: "Você quer chegar? Tu quer fazer mais?" Aí fizemos talvez umas duas, três vezes.
Chegou no fim o cara, sabe, ele tava decepcionado com ele mesmo. Os outros dois colegas que estão olhando assim, falou: "Não é possível. O Flávio é aquele cara lá que apanhando, tinha 13 anos, não sei que e tal". Não chama de covarde. Bom, resultado da história. Aí nós fomos vestiário e o e o grandão tava, me lembro o nome dele, Gilberto, cara. tava decepcionado com ele mesmo, triste. Aí foi no banheiro, vomitou aquele negócio todo pela não só pela parte emocional, mas também o desgaste físico. Quando antes de sair da academia, dele sair da academia, que eu permaneci lá, eu disse para ele pros dois colegas e ele quando chegarem na escola amanhã qualquer pergunta que haja, o Gilberto ganhou. J ganhou de mim. Não, mas não é assim que eu quero. Mas tu pediu para eles falarem que o mestre perdeu? Eu tinha perdido. Aí o que acontece é o seguinte, no dia seguinte chegar na escola o tá era mentido. Faz o jeito não adianta nada. Gilberto pegou ele.
Aí passado alguns dias houve um episódio, tinha um umaonete zen na academia, na academia na na escola e tinha um camarada que servia naonete ele tinha alguma uma pequena deficiência, alguma coisa que eu não me recordo que era. E eu tô passando na Jonete e esse Gilberto tinha pego o cara de dentro do balcão, puxava para fora, disu: "Quero isso, não sei o quê". Aí eu cheguei para tá maluco? Como é que você faz isso com esse camarada? Não me lembro o nome do cara não, porque não sei o quê. Larga primeiro lugar só. Ô Jber, negócio assim, se não for suficiente que apanha ontem, não porque você quer apanhar de novo porque se você pegar esse cara, eu vou te de porrada. Aí os alunos estavam que história essa, né? Como que é a história real, né? A história real.
Aí acordando todo mundo passou a falar e todo mundo viu e aí o negócio pegou. Então essa foi uma outra situação marcante na minha vida. Quer dizer, em primeiro lugar, eu tava na academia com a garantia que eu tinha da meu conhecimento, da minha capacitação. Segundo lugar, esse esse desfecho que não foi para humilhar o camarada, mas foi uma reação natural minha e lado momento enfrentar o rei da escola, né? enfrentar numa situação eh inusitada, coisa que eu não tinha feito na rua ainda, sabe? Então aí esse negócio é bom. E uma briga que eu tive na rua contra contra três caras e eu saí bem, os caras saíram muito mal, mas eu saí muito bem. Alguns arranhões com rolinchado, uma coisa assim e a a mão machucada de de bater, né?
Pois quando eu fui pra academia, fiquei pensando o que aconteceu de manhã, eu tava voltando da escola, aconteceu de manhã tá final da tarde, eu fui pra academia, fui pr pra academia, eu fui pensando de caramba, cara, três caras, três caras que são acostumados à porrada na rua. Deu certo. Esse negócio é muito bom. Esse negócio é muito bom, tá? Então foram os três momentos em que do ponto de vista técnico que prevalecendo para mim e o momento especial foi trabalhando na área de marketing. Muitas vezes eu controlava situações críticas profissionais com uma maior tranquilidade, surpreendendo todo mundo. Inclusive eu tinha uns vice-presidente que não era muito ligado a ele e tal. Flá, você é irritantemente tranquilo.
Você consegue você, a situação tá explodir, você com tranquilidade vai lá. Pois é, mas esse é o resolve. Porque resolveu você resolve. Você inclusive com um cara brilhante como é, a tua capacidade de resolver é muito maior. Só que você fica nervoso, você fica agitado porque houve um obstáculo e você fica agitado quando a tua capacidade de superar. Aquilo é facío, muito mais do que a minha. A minha só tem prevaleceu o quê? A tranquilidade e a convicção de que eu consigo. Vou fazer, vou fazer. Então essa foram as grandes contribuições e agora o momento mais triste que o mestre passou também na na arte. Bom, na arte momento foi a perda do Marcelo, certo? Queres sabe? Quer dizer, era o astro figura extraordinária. É, tem grande momento, né? é no momento que ele estava em declínio face a uma série de problemas pessoais, tal, mas aquilo ali foi um chocante, porque o que o que para mim como perder o filho era uma coisa chocante, mas aquele astro, aquela figura fantástica era era uma uma inspiração para mim centenas de pessoas, inclusive os próprios adversários dele.
Até hoje ainda é, né? Mas que quem pesquisa a a história entende um pouco, começa a a ver um pouco mais a fundo, sabe quem foi, sabe tudo que ele representou, tudo que passou, né? E uma coisa que é impressionante, que é impressionante positivamente é o fato de que todos falam bem, todos falam com carinho, todo mundo fala com as sempre das das do lado positivo do Marcelo. Quer dizer, isso é maravilhoso. Ninguém toca em nada de aspecto negativo. Então esse esse era o Marcelo, um cara que vivia, sabe, com a inspiração do positivo, tinha uma uma sensibilidade de vida enorme, coração gigantesco. Então, tudo isso eh eh para mim é o que prevalece mais do que qualquer coisa. É todo mundo só se refere a ele com carinho. Então isso é maravilhoso. E essa perda realmente foi o dentro do lugar dos jugitos.
A questão pessoal é é muito mais profunda, mas dentro do jito. E no momento em que o juiz estava precisando, sabe? precisando de uma de pessoas que alimentassem esse esse espírito guerreiro, mas passou e o com certeza para mim aquilo foi foi o choque de o resto mestre, em certo momento que aconteceu isso, o mestre chegou a pensar até de ou deixou o jiu-jitsu de lado ou não, ou o mestre eh se ligou mais ainda para superar isso mais profundidade. se ligou mais o gidson ainda para superar isso, porque igual aconteceu com o Rickson, ele na verdade ele se desligou, né? Ele resolveu, ele ele foi muito chocado, né? Muito chocado, que é um negócio chocante. Mas eu tive tive por exemplo uma demonstração de como o jugo é uma força poderosa para mim, é que quando o Marcelo morreu, diz, eu continuei dando aula.
na mesma academia, ainda coloquei na academia o nome dele, botei ginásio Marcel, então então aquilo fortaleceu. E outro episódio foi quando uma filha minha que tinha quase 7 anos de idade morreu de leucemia e ela e ela foi ela foi cremada numa terça ou quarta-feira e no sábado ela tava dando seminário. Porque o que acontece é o seguinte, o o fato mais marcante é o que f é é o que é são é o tempo que essas essas pessoas conviveram com a gente, o tempo que elas estão sendo os benefícios, a alegria, o amor e tudo mais. Momento em que isso é interrompido, a vida te exige que continue na sua missão. A sua missão tem que ser permanente dizer e mais ainda, no caso do Marcelo, muito mais na missão dentro dositos.
missão essa que ele abraçou com alto vigor. Então, cada vez mais eu tinha que intensificar e ser melhor, ser melhor, ser melhor para poder eh levar para todo mundo aquilo que era o sonho dele. Tanto que ele andou pelo mundo aí também fazendo fazendo demonstrações, lutas e tudo mais, no intuito exatamente de disseminar isso, disseminar tudo isso. Quando eu comecei a a fazer viagem também foi por isso. Caramba, se o Marcelo tivesse vivo, nós estaríamos de braçada aqui, fazer uma festa nesse mundo todo. Então não tá não tá debraçado comigo, mas tá espiritualmente. Então vamos fazer aí mestre sente ele quando o mestre das aulas sente bastante isso. Com certeza. E tem muita coisa que ele fazia, que ele dizia e que muitas vezes vem, né, durante as minhas aulas, meus cursos, vem, tá? É que na na até na outra conversa que a gente teve com o mestre, o mestre inclusive falou que foi ele que insistiu pro mestre sair do trabalho e e seguir a foi inspiração foi dele. Quer dizer, quer dizer para ficar full time nositos, foi ele que disse, tem que fazer, tem que larga, larga essa vida material que você vive, você tem muita conteúdo, você tem você tem obrigação de levar esse conteúdo pr inteiro. E ele já no fundo
tinha essa inspiração, essa visão e na medida em que eu consegui fazer e a aí meu caro realmente e se eu estou até hoje no juiz com o vigor que eu tenho determinação de disposição, é que inspirado naquele naquele momento, um momento pessoal e particular que ele me chamou para um canto. Tem que fazer uma marca, uma marga. Essa vida não adianta nada. Você tem, sabe, você ganha, você tá tem uma vida e material muito positiva, tal, mas tem negócio de vida espiritual, assim, tem que fazer e realmente o juízo para mim tem conteúdos espirituais profundos, muitos, né? Muito, com certeza. Então eu eu por isso é que tô nessas coisas e me transformo como boto com me transformo completamente. Prazer gigantesco de botar o que botar o que dar aula. Não importa para quem, que situação, quantas pessoas, não importa. Seminária com 400 pessoas, já de seminári com três pessoas. Chegar em lugares é o que aconteceu. Não houve um problema tal vai a vamos saber. Não sabe porque importante é se você tem uma pessoa é o
suficiente para demonstrar porque é o para poder ensinar, né? Ensinar. Exatamente. A sua missão é essa e eu não abro a mão dela. Que legal. Muito obrigado. Então, mestre, muito obrigado. Foi um prazer. É uma honra estar aqui com o mestre mesmo. Prazer. Quero poder ter várias outras momentos como esse. Quero, como o mestre falou agora, quero poder ir num num seminário do mestre presenciar e se a gente puder conseguir marcar uma próxima vez no tatame dickono pra gente agora aprender técnicas também. Você consum. Olha, tem um detalhe, se você tiver aqui no dia 7 de dezembro, é uma quarta-feira. 7 de dezembro é quarta. Quarta não, eu acho que 7 de dezembro é um final de semana. Ah, não, não, perdão, não é dia 10 de dezembro. Deixa eu ver aqui uma coisa. É porque eu vou para Curitiba, eu fico lá até dia 7 que eu tenho um um trabalho lá. Então aí depois dia 10 de dezembro.
Aí dia 10 é quarta-feira. É quarta-feira. Você vai aqui em São Paulo? Então eu vou pr Curitiba. Aí de Curitiba eu não sei se eu volto para um seminário no dia 10. Aonde vai ser? Vai ser numa academia na Lapa United. A Lapa aqui aqui em São Paulo. Aqui em São Bola. Ah, tá. Que não sabia que tinha Lapa também tem. É. E a começa 7 horas da noite. Era uma oportunidade. Pô, foi legal. Vou vou vou fazer o vou fazer o possível para poder estar presente. E se você tiver possibilidade, você me avisa que eu te passo o endereço, tá? Mas 7 horas da noite. É, agora eu já tenho o contato do mestre, quer até pedir o mestre, se quando eu tiver alguma dúvida, se eu posso mandar mensagem pro mestre perguntar, usar o mestre como um conselheiro, na verdade. Prazer, com prazer enorme. Prazer enorme. Maior prazer. Com certeza. Faça isso. Eu tenho maior carinho, maor prazer. Tá certo? Bom, muito obrigado aí. Obrigado a você.
