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Junior Crivelari: campeão mundial e líder da Checkmat Portland
Durante o 360 Fight Camp, tive a oportunidade de conversar com o professor Junior Crivelari, faixa-preta 5º grau e líder da Checkmat Portland.
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Salve, comunidade da luta. Sejam todos bem-vindos a mais um programa aqui na jiu-jitsu Brasil Oficial. Meu nome é Diego, eu sou fundador do canal e hoje a gente tem um convidado super especial, professor Júnior Crivelari, líder da equipe Cheque Mat Portland, campeão mundial sem quimono, campeão pan-americano e campeão europeu, entre diversos outros títulos. Tive a oportunidade de conversar com o professor Crivelari durante o 360 Fight Cup, um camp de jits que aconteceu em Daiatuba, no interior de São Paulo. E se você ainda não é inscrito no nosso canal, se inscreva e vem com a gente. Aqui você vai encontrar grandes histórias de grandes pessoas relacionadas aos jitos. Se inscreva e vem com a gente nessa viagem. Diretamente aqui do 360 Cup. Tô aqui com o Juninho, um pouquinho da da tua história, como é que tu começou? Tu começou aqui da, tu é da, tu é dessa região aqui, tu falou, a gente conversou já sobre isso. Eh, eu sou de Jundiaí, cara, natural de Jundiaí, interior aqui, né, de São Paulo também, pertinho da capital, eh, 30, 40 minutos pertinho. E comecei com 10 anos de idade na academia do Nilson Libone, onde eu peguei a faixa preta depois de 9 anos. Eh, minha trajetória na
pô em competição começou de novinho, né, cara? Faixa, faixa colorida. É, inclusive, o teu pai tava aqui ontem, eu conversei com o teu pai também, ele ele falou, eu só não lembro se ele falou que se ele começou antes ou tu começou antes. Ele falou, eu não sei quem influenciou a quem começar. É, na verdade, cara, eh, fui eu, né, que levei ele pro jitus. Ele para mim incentivar, ele fazia comigo. Eu comecei, na verdade no judô, né? Eu, quando vinho meu pai, eu queria fazer capoeira, cara, de pô, eu vi meus amigos querendo, pô, jogando capoeira, amigo de escola e, pô, a galera toda jogando capoeira. Ele não queria que eu fizesse capoeira. Ele tinha feito, ele tinha feito karatê quando era mais novo e aí me levou no karatê. O karatê era muito tradicional, oriental, sabe? Disciplina. E eu hiperativo, mano. Queria sair correndo, chutar a galera e e não deu certo. Ele me botou no judô para você para tentar eu ter mais e orientação e disciplina. Também não adiantou também.
ficava de castigo, o mestre lá colocava eu de catava pela orelha, colocava no canto da parede, falava: "Meu, olha que eu saio daqui, essa galera tá perdida", né? E aí eu até fazia um pouco de jiu-jitsu no chão lá, que tinha o jiu-jitsu na academia de judô e um amigo meu do judô, um cara mais velho, começou a fazer jits e eu encontrei o cara na vila assim de rolê, né? Cresci em vila e o cara passando na vila e: "E aí Marcelão? Para aí, pô, nunca mais te vi. Que aconteceu?" E ele falou: "Mano, você tem que falar pro teu pai te levar no no Libone lá, que é o verdadeiro jiu-jitsu, mano, dos Grace, dos caras que luta UFC". Falei, mano, quero ver essa parada. Aí na primeira semana, mano, teve um desafio. Eu tava lá, os caras entraram do Full Contact, entraram para desafiar a galera do Jitsu e a galera do jiu-jitsu amassou a galera do full contacto, tá ligado? Para, é isso que eu quero pra minha vida, mano. E aí foi onde que eu me apaixonei, meu pai para me incentivar, meu incentivador, meu incentivador não não começou a treinar também. Aí a gente ia treinar junto, me levava.
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Eu sempre meu pai tava sempre comigo, no bem e no mal tava comigo. Pode crer. Aí tu começou nas competições de novinho. Novinho. Então, minha primeira competição foi de branca. Eh, pô, eu assustado ali gritando, pô, o cara vai quebrar o braço, pô. Mano, foi meio que meio que vergonhoso assim, meu minha primeira competição, mas eu vi que era aquilo que eu queria pra minha vida. Aí lutei brasileiro de de amarela, fui vice, aí fui campeão de laranja, fui campeão de verde, fui campeão brasileiro de azul, roxa. E aí foi fui, pô, foi levando pr pra minha vida naturalmente, né? Mas na verdade, tipo, comecei treinar para brigar, né, cara? Bem poucos começam treinar para competição, certo? Pô, acho quase ninguém, né? Exato. Eu com 10 anos de idade nem sabia que era isso. Eu sabia que, bom, os caras me batia e eu queria bater neles volta bater alguém.
Te ajudou bastante. Maneiro. Tá. E mas aí começas competições oficiais também. Aí, como é que foi tua carreira esportiva, digamos? Então, foi, pô, foi bem sucedido assim, até a minha faixa preta, mano, eu ganhei bastante coisa. Fui campeão pan-americano de marrom. Tipo, tu teve títulos em adulto, eh, master, qual esses títulos foram em qual? Então, eu comecei de criança, peguei o título brasileiro de criança, aí fui campeão brasileiro de roxa, adulto, fui campeão pan-americano de marrom e de preta. Cara, eu acho que eu peguei muito novo a faixa preta, sabe? Eu não tava maduro. Acho que foi 19 anos, cara. Não me lembro muito bem assim, mas foi 19 anos. Eu, se eu não tô errado. E eu não tava preparado, sacou? E e eu amadureci na na porrada. Na porrada. E logo na sequência porada eu tive família, tive filho.
Mas tu competiu bastante na faixa preta, adulto? Competi, cara. Competi, competi estadual, competir brasileiro. É. É, fic bom resultados, cara. Eu chegava na no pódium assim, mas eu não fui campeão, entendeu? Não cheguei a ser um campeão de faixa preta adulto, não. Para falar a verdade para você, eu acho que eu me foquei muito mais na minha família, porque eu, pô, tive filho muito novo também. Pode crer. Aí eu já tinha academia e eu foquei mais em fazer meus alunos serem campeões do que focar em mim, sacou? Eu foquei mais na minha academia e eu tive frutos, cara. Meus, eu tive, tem um aluno que, pô, ficou campeão mundial. Ah, é, tu já tem aluno que chegou já. É, já tipo de molecada de de azul, entendeu? Moleque campeão de roxa. Pô, fiquei, teve um que ficou campeão e mundial de master um, mas é a Master um, a faixa preta, entendeu? Então tive e eu graças a Deus na sempre minha equipe fez bastante barulho assim, né? Meu meu não, minha equipe, mas e tu tu, pô, a gente tava junto lá no no ADCC lá, o tu, tu que é daqui da região, tu conhece mais ou menos a molecada, o que que tu achou do nível lá que tu viu lá de adulto? Fui vice-campeão da seletiva do ADCC em 2011, perdi pro Murilo Santana. Tipo assim, eu não era o
campeão, mas eu tava lá. E aqui, cara, o que eu vi, molecada é muito forte, né? Antigamente não era tão forte assim. Eu acho que a galera antigamente se preparava mais é em treino de gilito, em cárdio, ao invés de ficar forte. Hoje hoje em dia o que eu vi que é força bruta, não é que é força bruta, mas a galera tá com o corpo mais preparado. Entendi. Sacou? Eu antigamente eu não via, eram poucos os caras que era boladão e se destacava assim, não boladão, mas assim fortes tipo Ricardarona. Ah, era o povo margar, os grandão, era pouco, era os grandão que se Jud os grandão já não os os moleques de os molequ de leve pena tá com pescoço desse tamanho, tá entendendo? Os caras de le os pena os serviços leve antigamente os pena, os cara era mais magro, alto, sacou? É os pena, mano, magrinho, fazia mais guarda. Hoje em dia molecada pena estão derrubando. E o que que tu acha, tipo, muito dessa prepara e o que que tu acha muito dessa preparação envolve anabolizantes? E o que que tu acha em relação a isso?
Olha só, cara. Eh, tem os dois lados, né? Não, eu não tô dizendo que todo mundo toma, eu falando que nesse alto nível muitos já começam. Qual que é a tua a tua opinião a respeito disso? Eu acredito que o começo de anabolizante muito cedo vai eh prejudicar ao longo prazo da tua carreira. Tu não faria então de moleque jamais. De faixa colorida se eu fosse? É, não, não tô falando. Não, vamos falar para cima de 18 anos que então que já é um pouco mais normal. Então pô, não é uma criança, entendeu? Precisa um 18 anos tomar testosterona, mas tem um já que eu acho que já tá bom. Tu acha que tu acha que não tem? Vários. Então, pô, perguntei qual a tua opinião que tu aqui acho que é bom para outra performance. Isso não acho que não precisa. Você vai se cara o o maior bem que nós temos. Eu falo isso porque eu tô velho, né, cara?
Tô numa idade que eu entendi a vida, entendi qual que é o a riqueza da vida, porque a galera viveu um momento, tá? Eu eu entendo que assim, ó, o presente é, já disse, é presente. A gente tem que viver esse presente da melhor maneira, mas a gente tem que pensar num nas consequências da vida, entendeu? Porque aí você hoje você fala: "Mano, quero ser campeão mundial, quero ser campeão da ODC e pá, vou tomar tudo, fazer o que eu puder." O teu corpo, a máquina, mano, não vai aguentar. E aí, o que que você vai fazer da tua vida no futuro? Entendeu? porque a medalha vai ficar lá. Mas é um é um é um eu acredito que é um é muito mais particular o prazer particular seu de conquista do que as pessoas vão ficar falando de você, entendeu? São muitos, muito poucos os caras que t a que que é iluminado e que é campeão múltiplas vezes que a galera vai lembrar para da vida. Mas se a gente, eu já, eu faço essa pergunta, uma divisão, não precisa muito longe, uma divisão boa que todo mundo assiste, se me fala quem foi o campeão do do Mundial médio de dois anos atrás. Eu não lembro,
não lembro quem foi o campeão do ADCC. Mas mas tem muita tem muita gente que lembra. Tem muita gente que lembra. Alguns não vão lembrar, cara. Mas é, mas eu vou falar. Sabe de quem você lembra? Sabe de quem você lembra? de quem fez a diferença, não foi que só acompanhou. Pô, se tu tá acompanhando aquela geração, tu tem obrigação de lembrar. Agora, se agora então não, mas é porque tu não tá acompanhando a fundo, entendeu? O jit esportivo. Agora se tu tá acompanhando, eu acredito que lembra, porque eu sei que quando eu tô falando a minha opinião, porque quando eu tava mais ativo, mais eu lembrava. Até que se tu perguntar mais para baixo, eu posso te dizer agora dois anos atrás não vai lembrar. Você vai lembrar dos grandes nomes. São grandes nomes que tem a estrela que brilha. Quantos campeões mundiais existem? 200 e 280 e pouco, acho. Campeão mundial. Eles merecem o respeito. Merecito.
O título mundial não muda a tua vida, cara. Muda o que você faz fora ali também, entendeu? Então eu sei que não muda, mas só que p eu acho que para mim é um negócio, é um esforço, é um, porque para conseguir aquilo ali teve que se dedicar muito com os outros. Concordo, mas você vai tomar bomba, você vai arrebentar com a tua vida, você vai ser campeão mundial, você quer ser campeão mundial assim, ó. Eu conheço muito, eu conheço pessoas que dizem que eu não importa o que acontecer, eu vou tomar o o suco para poder ser campeão mundial desse ano. Eu posso ter as consequências do amanhã. Meu irmão, você fala isso hoje porque o cara nunca teve um câncer. Eu acho que o cara precisa fazer um tratamento acompanhado pel médico. Claro, pô. Sair daí botando remédio de cavalo na bunda. Claro que não, né, irmão? Agora eu vou falar aí é diferente, pô. Um cara de 18, 19 anos, ele tem um nível de testosterona elevadíssimo, que não tem necessidade.
Se ele treinar direito, fazer uma dieta direita, o problema das pessoas que eles querem querem ter um caminho mais curto para alcançar o objetivo. Por isso que eu disse para ti, se o médico, se vai um moleque desse lá no no médico, o médico vai, não tá louco, tu vai precisar tomar para que essa tua testeronalta, tu não vai tomar. Então assim, isso por isso que eu acho massa acompanhament concordo plenamente isso que esse mesmo cara, se o cara mesmo cara usando médico, aí o cara vai lá e usa onde não pode, onde a regra diz que não pode, aí para mente, tipo, aí aí tá aí tá sendo, tá burlando o sistema, você diz, não tá cumprindo regra, tá ligado? Sabe que ela não pode, tá, se for pego tem consequência, não tem, tem deveria ter alas liv, concordo, entendeu? Eu comecei dela muito novo também. Aí, tipo, o Libone era desde a a faixa, ele era shakm também, como é que é? Não, o Libone ele era Grece Maitá. Eu lutei pro Grece Maitá por muito tempo.
Aí depois tu foi para Checkm quando? Depois da faixa preta eu fui pr, eu peguei a faixa preta em 2004. Em 2005, eu fui pro fui treinar com o Leozinho na era brasa. Na verdade, quem me levou pra Brasa foi o Robert. Por ser do interior, eu sempre via o Robert pelos campeonatos, a gente se encontrava. Aham. E aí eu tava meio que meio perdido assim, eu não tava não não tava mais feliz onde eu tava. Eu tava indo dar uns treinos lá em São Paulo com o pessoal do Barbosa, que, pô, era um treino bom, mas também eh tinha um pessoal do Libone que que já tava indo lá e eu tava querendo que sair fora daquela daquela galera. Então eu preferi não ficar no Barbosa por questão que já tinha um pessoal do Libone lá.
Aham. Que era um pessoal que eu já também não tava me dando bem. E aí eu falei com o Robert, o Robert falou: "Mano, vamos lá que eu vou te levar aí". O Léo dava aula no Demion, é ali no Auto da Lapa. E e eu fui para lá dar um treino lá com os cara e, mano, gostei. Todo mundo me tratou bem. O Lucas era faixa marrom, Bob Esponja era Lucas Leite era faixa marrom. O Bob Esponja era faixa roxa. Então tinha uma galera que tava chegando, Fimfol, faixa roxa, tinha uma galera que tava chegando que era tudo molecada. Eu era moleque como eles, mas eh tava tava mais graduado e essa galera me espancava, mano. Galera, mano, tipo, pô, eu pensei em desistir ali várias vezes e falar, mano, não é para mim mais jiu-jitsu, não, que era outro nível, sacou?
E invés de os caras e pisar na minha cabeça e tentar me diminuir, essa galera me puxou para cima, sabe? O Leozinho, meu peso, Leozinho, pô, podia, mano, o cara, meu peso, minha divisão tá vindo feder aqui, entendeu? Não tinha nada para oferecer pros caras e os caras me estenderam a mão, assim, me senti uma equipe mesmo. Esse foi o grande diferencial e a gratidão que eu tenho pela por essa galera até hoje. Gratidão que eu tenho pelo Robert, por mais que a gente não esteja no mesmo do mesmo time. Não, isso pra isso não importa, mas isso isso não importa, né, irmão? Esse negócio de tá no mesmo time, não tá, mas não pode ser amigo. é isso. Mas antigamente eu não podia, né? Ah, mas sacou? Cara, não podia, mas por que que não podia, pô? Por causa desse negócio de tin era difícil, o cara sair, era creonte, não tinha mais essa Mas que era graças a Deus a amizade que acho que falou assim, o Robert, cada um faz as suas escolhas, pô.
Pois é. título que tu que tu às vezes não é o maior título que é considerado pela pela massa que é o mais importante para ti, mas para ti qual que tu considera do coração? Cara, tem alguns tipos, né, assim, ó, vou falaru, cara, que fui eu e o Leon pra Europa, é europeu 2017. Eh, esse campeonato foi especial por alguns motivos pessoais que a gente passou. O Leão tava envolvido também. O Leão é o meu irmão, cara. é um cara que eu tenho um carinho e a gente foi junto, eu ganhei na minha divisão, ele ganhou na dele, a gente foi pra Dinamarca na academia do Shimon lá na na Arte Suave, ficamos lá, ficamos puxando campos cara e e esse campeonato para mim foi um foi teve um gostinho diferente assim, pode crer. Maneiro. E e a tua luta mais marcante da tua carreira, mas e eu lutei com o José Aldo, né, cara?
Ele, pô, o cara do FC, o ídolo. Tu lutou com ele? Lutei, fiz uma luta no Internacional Master no Rio de Janeiro. Ah, é, cara, eu não ia lutar. Aí eu fiquei sabendo que ele ia se inscrever. Eu falava, falou: "Mano, vou me inscrever só para lutar com o Alda. Se eu lutar com ele, eu não preciso, se eu ganhar dele, não preciso ganhar de mais ninguém, porque é o cara, né, mano?" E eu ganhei, eu lutei para ganhar. Não foi a luta mais bonita da minha vida, não. Ganhei. Eu ganhei. É, eu perdi depois da semifinal, tá ligado? Pô, o universo, mano, pega, entendeu? Você você manda pro universo, universo falou: "Tã, não precisa ganhar, então tá bom". Entendeu? Mas, pô, ganhei dele e é um de um respeito. Só de ter lutado com o Joséaldo, eu acho que foi um cara, mano, que cara, a luta do do a minha luta final com o Teodoro Canal, ganhei o europeu em cima dele na final, peguei ele, mas ele tava na fase de estudando faixa preta master é master do que ano que foi isso?
2017 2017 eu fiquei campeão europeu de quimono, sem quimono. O que qual que é o qual que é o teu título de de que o público mais que o que é o que digamos que é o que ah quando o moleque fica pelo brasileiro quase aí faixa preta tipo de tipo não não importa se for master ou não na faixa preta fui duas vezes campeão mundial ah tu foi do mundial também foi que anos foi teu último mundial 17 18 17 18 é eu fui três né outra federação S eu não sei Sjão N sei qual que é uma inter dos Estados Unidos lá eu fiquei campeão pesa absoluto. 2019. Eh, então, tipo, eh, cheguei em terceiro mundial, fui campeão sul-americano, eh, eh, pan-americano, fui campeão europeu quimono sem quimono e cheguei na seletiva do na seletiva do DCC América. Acho que foi 2011, fiquei e vice-campeão, mas eu não tenho, cara, eu não sou um cara de expressão assim, tá ligado? Mas as minhas lutas, eu acho que é maneira de assistir, sacou? Eu, eu, pô, eu não eu não jogo só para fazer ponto, entendeu? Pô, eu gosto bastante luta lá no YouTube lá.
Tem bastante luta, Então, fala pra galera aí, pô. Tem bastante luta de derrota, vitória. Bota lá, Juninho Crivelar, bota Crivelar lá. Vocês vão abaixar, tem bastante no no na flow grapple também. Olha aí, ó. Entendeu? Mas eu não tenho, mano. Eu eu não sou muito de social media. Eu sou um cara meio sou bicho do mato, mano. Eu gosto de ficar no mato. Por isso que eu gosto da onde eu moro, sacou? Por isso que tá amando aqui, né, Juninho? Pô, tá amando, cara. E a experiência aqui vivendo a cada minuto, tá ligado? É viver, entendeu? A parada. Eu não gosto nem de ficar dormindo aqui, cara. Eu vou dormir tarde, acordo cedo, porque a parada de viver mesmo. É, é um espetáculo que tá acontecendo aqui. Só qu só quem tá vivenciando isso aqui que para poder eu falo que tá acontecendo aqui dentro meus alunos, tem que ir na minha academia, tem que fazer falar, rapaziada, vocês t que vir aqui, vocês t que vivenciar o que a gente tá vivendo, o que que tá acontecendo aqui é o network que a gente tá fazendo, tá tendo aqui e mas tem certeza que no próximo vai est melhor ainda. tava falando com um aluno meu, tem aluno meu fazendo os cursos dos professorzão, dos mestrão ali, né, que estão vendendo os cursos de como que de control de de de manager de de academia,
de como você ter que dar aula. Eu falei pr os cara, falei: "Mano, tudo que vocês vão para, mano, você tem aqui numa conversa, pô, numa mesa comendo que você é muito mais nutrido de informação, porque não é uma parada que você tá ouvindo de alguém que viveu, você tá vivendo. Sim, você tá entendendo? Você tá aprendendo, você tá vendo o que tá dando certo, que tá dando errado nas academias, você tá vendo o kimono que o cara tá usando. A, mano, é um network eh pessoas de todos os lugares do do Brasil, do teve internacional. Então, mano, eh, é uma aula mais incrível que a outra, né, pô? várias técnicas aí, os os professores mandando bem pr Vai sair, vai sair muita coisa ainda, tem muita coisa para sair. O masterclass era um laboratório, né, cara? Tipo, começava numa posiçãozinha básica ali e daqui a pouco abria um leque de posições, de variações, de pergunta e resposta e tudo isso ainda dentro de um castelo de vidro com tatamizão que nunca tinha sido usado, cara. Posso nem falar, posso nem falar onde eu fiquei que o meu o meu quarto era ali logo no tatame ali. Eu fiquei no quarto do princeso do princesa.
ficou bem demais, cara. Só espero, mano. Eu tô ansioso pro próximo para saber. Eu não sei se vai ser aqui, se o se o Diego tá tá pensando em fazer outro lugar, mano. Dá um parabéns pro Diego, pra Ana, pros staff, mano. Trabalharam pr caramba. O Diego, o Diego, mano, cobriu aí a coisa o tempo inteiro da gente, cara. A gente tormentando a vida dele, a cabeça dele. Diego, pô, faz isso aqui pra gente, faz, entendeu? O cara, mano, foi massa para pô. Foi só experiência boa para mim. Foi foi, foi ralação, mas foi foi trabalhar assim é bom, né? Trabalhar assim não tem Tu quer, quer trabalhar como trabalhar assim é bom. fosse assim todos os dias. Pra precisa ver, precisa ver o equilíbrio, precisa o equilíbrio é necessário. Seria do bom se não tivesse a parte ruim, né, cara?
Tudo tem que ter, pô. E assim que e assim que as coisas evoluem. É isso aí, se tiver só bom, bom, bom, não fica bom, mas se tiver, tem que ter o equilíbrio. Tudo tem que ter o equilíbrio, pô. É isso aí. A vida é o equilíbrio, não é? Pois é. E é o, né? Eu digo que a vida é um, é uma montanha russa, sacou? Não, mas não pode ser, pô. Porque ele tá na loucura. Mas ela tem que tu tem que manter ela vai ser preto. Quando você quando você tá vivo, você tá tá lá no hospital, você tá na maquininha lá, tá batendo, tua vida não é assim, ó. A hora que ela faz assim, ó, tu, já era, mano. Então, eu não quero minha vida nesse linear, não. Eu não sei se é porque eu tô mais velho, eu tô sentindo isso, mas quando eu era mais moleque, eu não via, eu não tinha essa vibração de que a gente estava nessa guerra diária com algo que não a gente não consegue ver, tá? Tudo que é fácil também não tem valor, entendeu? Precisa ter, precisa. Eu acho que precisa, tipo, é, tipo, é igual eu tava falando com o com o Robert, tipo, é, eh, como que é que ele, como que ele usa eh reconhecimento, não é que que merecimento, mereucracia e realmente precisa, pô, é pra parada ter realmente um valor um símbolo tipo, sabe? Porque assim, eu eu fiz coisas coisas erradas na vi min na minha vida.
Mas qu não fez todo mundo todo mundo já passou por tormento na vida. É, mas eu podia ter escutado e ter sofrido menos, sacou? Ou ter errado menos. E eu vejo que é o que eu falo, mano, hoje eu entendo do livre arbítrio. Você tem toda a tua o poder na tua mão. Você que vai fazer. A decisão é tua, mano. Você entendeu? E eu eu acredito que eu não tenha sido um campeãozão, pá, de porque eu quis aproveitar mais a minha vida, você entendeu? E eu acho que que eu vejo que os caras que que chegaram no topo, eles se sacrificaram mais do que eu. E muitas vezes eu não me permitia ser o campeão porque eu achava, eu eu sabia que eu não, eu não tinha o mérito da parada, porque na minha cabeça me eu falar, mano, eu fiz isso, cara, eu dei o ontem era para eu tá em casa descansando, eu fui dar o rolê, tá entendendo? E isso me consumia. Então, talvez isso não me deixou ser o que eu o potencial que eu eu acho que eu tenho um potencial tinha, né, quando é moleque, né, de ser pô um no campeão, mas não sei se eu me boicotei ou se eu aproveitei a vida ser mais, entendeu? Porque eu acho que eu aproveitei bastante minha vida.
Então, mas tu faria, tu faria totalmente ou tu mudaria alguma coisa? Faria bastante coisa diferente. Mudaria várias coisas também. A vida, você passa por bifurcações na sua vida que você tem, você tá assim, ó, você tem que ir para cá ou ir para cá, aí você vai escolher. Sabe o jogo da vida? Você já viu aquele jogo da vida que você gira o bagulhinho, v o carrinho? Ah, mas hoje eu vou falar para dinheiro que eu passaria era reto. Eu voltaria pra escola que eu não estudei, eu pegaria o caminho mais longo, eu não pegaria o caminho mais curto, porque a vida, mano, Deus faz você passar por aquilo e você e a gente tem que passar por aquele aquela parada e você quer pegar o caminho mais curto, encurtar a distância para você chegar num objetivo, mas você tem que passar para aquilo, cara. Você tem que passar por isso que eu passei pela dor e hoje eu dou glória pela dor, pelo que eu passei, mano. Porque eu tinha que passar por aquilo para ser o que eu sou hoje, para ter o entendimento da da minha vida, mano. Desculpa como eu tô falando, você entendeu? Mas é a real. Eu não tinha esse entendimento de vida. E se eu tivesse vivendo na mil maravilha como eu vivia, eu ia estar o cara errado do mesmo jeito até hoje, cara. E se eu tô hoje, cara, eu posso falar assim, ó. Eu eu a galera fala assim: "Mestre, né, porque você ensina?" Não, não sou mestre, mano. Porque o mestre ele vai te
ensinar muito além do que o tatame, pá. Você tá entendendo? Então, o dia que eu falar, exemplo máximo, né? Máximo, pô. Por isso que eu não admito chamar qualquer um de mestre. Eu não, o cara pode ser o da galáxias, mas ele não é o mestre, cara. Ele é um cara muito bom no que ele faz. Ele é um de um professor. Ele tá se especializando, mas na vida do cara, para você chamar o cara de mestre, tem ter tido um, entendeu? É isso. E eu não sou, cara. Não, mas mas eu quero ser brother. Quero ser, eu acredito que também tem gente que já erro e e também pode ser com respeito, entendeu? Você, mas sabe por que que eu vou ser? Porque os meus erros fez eu estar nos meus acertos. Hoje eu não sou o mesmo cara que eu errou. E eu pode ser que você não me perdoe se eu errar contigo, mas o meu perdão com Deus tá tá dado, mano. Porque eu sei dos meus erros, eu sei que eu tive que pedir perdão. Não, não é pra pessoa, mano. É meu problema é eu com Deus, mano. Então eu eu e hoje eu não faço mais. O maior problema é a gente ser hipócrita, errar, se arrepender e a mulher tá fazendo a mesma Então, o problema do erro, o sucesso é você errar e você acertar,
entendeu? Aí você ter o sucesso. Er, mais não, o sucesso é não errar, não. Você tem que errar. Você não vai acertar de primeira, mano. Você faz a posição, você aprende a posição. Eu sou especialista no que eu tô ensinando hoje, tá? Mas se eu ver uma parada que o cara, eu vou olhar, vou ter que fazer ela duas, três vezes, não me mostra minha, eu vou, eu vou na próxima vez que eu vou executar eu vou errar, mas se eu parar eu não vou executar ela certa, então eu vou executar uma, duas, três. Você tá entendendo? Só que tem erro que você não pode errar de novo. Tem, tá entendendo? O, o burro, mano, não é o cara que erra. O burro é o cara que permanece no erro, brother. Claro. Então eu eu se eu errei contigo um dia, eu te peço desculpa. Você entendeu? Mas eu acho que eu já tive o o poder e o tempo de pedir desculpa para as pessoas que eu que eu errei. Talvez eu não tenha pedido. Se eu não pedir desculpa se eu errei, eu peço agora. E se se tem alguma coisa teu amargo um dia, você pode vir falar comigo que, cara, eu quero viver plenamente, cara. Que eu acho que que que eu eu acho que eu encontrei a minha riqueza, brother.
Não é dinheiro, entendeu? É o que eu levo pra minha vida, mano. É meus amigos, é é é minha família. É isso, cara. Mano, sabe que é muito louco? Em 2007 eu aluguei uma chácara, mano. Eu fazia tudo isso aqui já. Eu fazia tudo isso aqui já sem pensar que era um camp, que era uma parada. Pô, eu chá só para ter confraternização, tipo, mano, uma semana, uma semana de chácara com lago, tirolesa, ô, sempre. Ah, isso que é massa. Eu sempre fiz isso, cara. Isso que é massa do jito, né, cara? Tu vê outro esporte fazendo isso, tu vê a galera do futebol pegando se reun, ah, vamos, vamos ficar internado lá jogando futebol, não. Aqui é treino três, quatro vezes por dia, pô.
Pois é. Por isso que eu digo, quem conhece o jit, o jito vai ser muito maior que futebol, pô. Às vezes não era, nem as pessoas precisam só conhecer o lifestyle, que na verdade que é, pô, é isso. Preciso conhecer isso. Preciso conhecer isso aí que e o git não é pra competição só, cara. É, não, claro que não. É para várias coisas, pô. É, mas a competição tem um grande importância que divulgou bastante, é, cresce, cresce muito por causa disso, entendeu? comunidade que a gente formou ao longo dos dias aqui. Eh, os pais vindo com os com os filhos, cheio de criança criando, construindo memórias, entendeu? A gente construi memória, pô. Gente que a gente, eu nunca tinha visto, cara. E hoje a gente conversa parece que é irmão, sabe? Então, em muito pouco tempo se criou um vínculo.
O jito traz isso, é muita intimidade, né? Pessoas de diferentes estados, diferente diferente cultura, mano, de todo mundo tentando se entender da melhor maneira, entendeu? Acho que é legal tentando entender o outro, mais do que você surtar, brigar, não, tentando entender, cara. Vamos tentar escutar, ouvir o que tá acontecendo, se preocupando. A gente tava, foi muito louco, cara. Não sei qual que é. Eu acho que o espiritual aqui foi bem maneiro também, foi, pô. Entendeu? Ah, o lugar, o lugar proporciona isso, né, cara? E e como falou aqui, aqui era só família, né, pô. Tava aqui, era casal, era criança. Não, não vi. Teve a cervejinha, mas não vi ninguém bêbado. Todo mundo saiu, Tomou uma, duas cervejinhas, foi para casa tranquilo, entendeu? P meu pai deu um exemplo assim, ó. Mano, o que você adianta? Você cata um burrinho.
Você cata um burrinho. Você bota pelego de ouro, cela de ouro, bridão de ouro. Ele vai deixar de ser burrinho. Não vai deixar de ser burrinho. Vai continuar sendo um burrinho. Cara, o que nós tivemos aqui, cara, foi um monte de cavalo puro e sangue, um monte de líder num ambiente, mano, maravilhoso, que só enriqueceu por nada, ninguém querendo ser mais que o outro. Então a gente não quis ser, a gente não porque a gente podia ter toda essa estrutura e um ambiente horrível, um ambiente de ego, entendeu? não tinha ego, não teve ego. O Robert tava com o cara que campeão pesa absoluto do LC, ele olhava os caras ensinando o básico, a gente ensinando o básico, ele faz de novo aí, deixa eu ver essa posição.
Então, tipo, não tinha ego, cara. Não teve um, entendeu? A gente faz um camp em Saquarema também. Eh, eu por por questão de viagem eu participei do segundo e aí acabou que não participei mais, mas é de um aluno meu que é nossa equipe que faz e é voltado para gringo, mano. Tem os brasileiros que vem, mas o público deles é gringo. É focado 100% em gringo. É, um camarada também veio falar comigo para fazer isso. Não, porque a experiência não é o jitsu, é outra coisa que eu até falei isso com o Diego, né? Isso aí nem não sei nem se é para Mas é não é o jiu-jitsu brother, não é experiência. É experiência, Experiência. É isso que eu tô falando para ti. É quantos que tem oportunidade? Quantos atletas que chama?
Gigits experience. É 360. Jits experience. Mano, melhor do que faz no Brasil ainda para marcar que que é no Brasil, tá ligado? Mano, vou falar isso pro Diego. Tem que marcar isso aí, Gigience, E tu imagina com tempo até para fazer uma produção melhor para fazer um que aí tu vai ter um número de público que vem, entendeu? peirado, pô. Pô, Saizão bombou aí, Saí, tinha de tudo, pô. Tinha de tudo. Tinha de tudo. Saí bombou. Manda o recado aí, pô. Mano, o recado é viver, mano. Vive. Aproveita tua vida da melhor maneira. Tá, aproveita o teu presente sem prejudicar o teu futuro. Não olha pro teu passado que, mano, o passado já passou, já era, entendeu? E mais amor mesmo, galera, mais paz. Vamos dar curtir ainda na vida da melhor maneira. E o jitsu é para todos, cara.
Talvez nem todos são progitos, mas se você quiser, nunca treinou, procura alguém com mais experiência, não procura o mais barato, procura algo que vai te suprir, a, vai suprir a tua necessidade. Não fecha porque o preço é mais barato. O dinheiro é teu, procura a melhor academia, melhor professora, aquela que se adequa a você, que tem o teu estilo, teu estilo de vida, porque você vai achar muitas academias, mas cada uma tem sua particularidade e a procura que é melhor para você. Valeu, a gente se encontra por aí. Espero te ver no próximo 360 Camp Train.
