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Morei com o Tererê e virei campeão mundial
Professor Leon Amancio iniciou sua trajetória nas artes marciais ainda muito jovem, motivado pela paixão que sempre teve pelo universo da luta. Filho de um praticante de karatê, faixa-marrom, Leon cresceu em um ambiente onde a disciplina e os valores das artes marciais faziam parte do dia a dia. Desde cedo, seu pai foi um grande incentivador para que ele ingressasse no Jiu-Jitsu.
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Salve, comunidade da luta. Sej bem-vindos a mais um programa aqui na Gitso Brasil Oficial. Meu nome é Diego, eu sou fundador aqui do canal e hoje a gente tem um convidado super especial, professor Leoncio, duas vezes campeão mundial de jitsu, cinco vezes campeão brasileiro, duas vezes campeão europeu e líder da equipe Chequemat Capital. A gente teve a oportunidade de conversar com o professor Leão Amâncio durante o 360 Fight Cup, um camp exclusivo de Gitsu que aconteceu na cidade de Indaiatuba. A gente conversou com o professor sobre sua história, sobre sua carreira e sobre seus planos futuros. Diretamente aqui do 360 Fight Cup. Tô aqui com o Leon, faixa preta da Checkmate. Por que que tu procurou o Jitsu? Como que tu entrou no jiu-jitsu? É, então eu sempre eu sempre gostei de artes marciais, né? Eu já eu já tinha feito capoeira quando eu era pequeno. Meu pai ele é faixa marrom de karatê e ele já era capoeirista também. Hoje ele é faixa preta de jits também. Então ele sempre, eu lembro do meu pai ter a primeira revista Grace, assim, a número um. Ele quase ninguém sabia o que era jiu-jitsu ainda, mas meu pai ele já era informado, ele já comprava revista, já
comprava vídeo de jiu-jitsu e ele sempre falava: "Cara, a gente tem que treinar Gitso, tem que treinar Gitsu". Mas a gente morava em Diadema e era longe. A gente não tinha acesso, não tinha tantas academias igual tem hoje, né? Eram, eram poucas academias. as academias que tinham eram eram muito longes e então não não tinha tanto acesso eh lá em São Paulo até eu lembro que tinha acho que no centro de São Paulo e as outras eras pouca poucos depois que a gente ouviu falar da Godói Macaco e mas mesmo assim era muito longe da minha casa e até que a gente mudou pra Indeatuba. E aí a gente mudou pra Indiatuba e aí meu pai viu que Indatuba tinha academia de Ugito. dauba, por ser uma cidade menor, né? É, era mais fácil o acesso pra gente assim. E aí o meu pai foi e ele não, meu pai viu na num jornal, ele viu que eles tinham competido, a galera de Indatuba tinha competido, ele viu que tinha academia de gitso, aí ele falou: "Cara, vamos, vamos lá ver, vamos visitar". E a gente foi visitar.
Tu tu chegou competir em outra arte marcial ou não? Só chegou a praticar? Cara, eu já fiz Morgante. Eu fiz um tempo de Morgante e jiu-jitsu. Era na época, né? Morgante é aquele que eles falam jiu-jitsu tradicional, não é? É o que tem sok chute e tal. E não sei se eles falam tradicional, mas eh ele era lá na era de um bairro próximo de casa assim. E então eu já tinha feito, eles faziam bastante competição, então já tinha competido com no Morgante, tinha competido algumas vezes, mas era diferente do É bem diferente do Gil Jitsu, né? Depois o o primeiro campeonato de Gil Gitson mesmo assim foi uma coisa bem bem diferente. Aí aí tu veio paraatuba, tu começou a treinar e tu começou a treinar onde? Eu comecei na Maromba. Aí nós mudamos de diadema, minha mãe resolveu mudar. Meus avós moravam em Daiatuba. Aqui em Indaiatuba. Tu começou a treinar onde? Com quem?
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Ah, comecei na Maromba. É, é na Maromba. Só tinha, cara, na época, deixa eu ver, na época só tinha maromba. Só tinha maromba. Só, só eles, cara. Não lembro de outra academia. Eu lembro que veio uma academia, mas o bom bom tempo depois. Na época era só maromba mesmo em Indaiatuba. É, até porque eu conversei com outras pessoas aqui, a maioria da maioria que estavam aqui no campo passou por se não veio, passou algum momento, treinou lá, né? É, ele era, cara, quase todo mundo assim aqui que eu vi quase no camping, não veio uma galera de outras equipes assim, mas quase todo mundo vim da tuba da maromba também. Aí ali tu ficou até a faixa marrom, foi isso? Não, na Maromba eu fiquei até azul. Azul? Foi da azul que eu fui para São Paulo para Aí tu competiu na faixa azul, tu competia também ou não? Cara, eu comecei a competir na Branca. Na Branca. Na Branca eu já competia muito. Eu lembro que eu acho que com 4 meses de Gilgitos eu já comecei a competir na branca e e aí daí em diante eu competi para caramba. Não, não fui parando, competi. O Paulinho tinha muita essa cultura de graus, né? Então eu lembro que em todos os graus eu tava competindo, cara. Não tinha muita, não tinha muita conversa não. Eu já peguei azul, eu já era muito competidor. Já era muito competidor.
Aí tu saiu da azul aqui, tu foi para onde aí? Aí eu fui pra, na época era master ainda, foi quando teve o racha da aliance e eles competiam pela master. Aí o Robert foi, o Robert era maromba também. O Robert t treinava contigo na maromba. Treinava na maromba. treinava junto. A gente sempre foi muito amigo e a gente sempre conversava muito. E aí o Robert foi e foi bem ainda quando tava competindo de master. E aí eu fui um pouco na sequência e aí já fiquei treinando lá, já era master. Academia, a o treino era onde era TT, que depois virou TT, mas nós competíamos de master. E como que era os treinos nessa época? Era pauleira, cara, era uma coisa era dos sonhos. Eu sempre fui um cara que eu sempre acompanhei. Eu era um moleque, mas eu sempre acompanhava as revistas. E então eu tava treinando numa academia de do interior de São Paulo e de repente eu tava treinando com o Tererê, com o Demia, com o Leozinho.
Mas aí tu já tu tu já conhecia eles assim ou tu foi acabar conhecendo lá o antes de lá? E conheci lá, eu conhecia só de revista assim. Ah, então, mas tu já conhecia eles na revista? Você na revista? Já já. Eu já eu conhecia todos muito, muito bem pela pelas revistas. Então, quando eu cheguei lá e vi, você conhece alguém só pela revista, quando você chega e tá treinando com esses caras aí, dá uma mudada, fica até emocionando. É, pô, cara, arrepiar, para falar a verdade é É diferente. É bem diferente. Aí então, aí tu, aí tu foi na azul ali e ficou até a faixa preta. Não, aí eu fiquei, aí aconteceu, aí tinha era master, aí virou brasa e brasa e tt mas aí era quem que era o teu professor principal? Então, sempre foi o tererê, foi esse o negócio ali. Eu sempre, como eu fazia todos os treinos, o tererê puxava a maioria dos treinos que a academia era fecha preta já.
O tererê, o tererê era preta. E aí ele que puxava a maioria dos treinos. E o que que aconteceu? Quando eu fui, eh, o tererê me chamou para morar com ele. Então, eu já tava morando com o tererê. E com três dias o tererê me chamou para morar lá. falou: "Ó, ele perguntou o que eu queria, falou: "O que que você quer ser?" Eu falei: "Não, eu quero ser lutador e tal". E ele falei, falei: "Ó, quero ser lutador igual você". Ele falou: "Pô, então a partir de agora você vai você vai morar comigo". Então, eu morava com o tererê, ele pagava minha comida, ele pagava, cara, era tudo. Ele me dava todo o suporte que eu precisava ali, sabe? E o terer era um cara novo, cara. Ele já fazia isso. Então, eh, quando separou ali a a master, né, que virou TT e Brasa, teve a fusão, a fusão TT e brasa, é óbvio que eu tava ali do lado do Terê, tipo, mas tipo, separou a aliance, não foi? Como primeiro separou a aliance, aí eles continuaram lutando de master.
Ah, entendi. Aí foi aí que o Tererê resolveu lutar de TT. Entendi. E aí o Leozinho pegou e fundou a a brasa, né, com o comprido, com o Demia. Ah, tá. Aí veio a brasa. Aí veio a brasa. Aí ficou ali no tererê até na até a faixa marrom. Fiquei até marrom, da azul a marrom com o tererê. Foi quando aconteceu tudo com o tererê ali. E aí eu fui pro Leozinho porque a a gente sempre teve um ótimo relacionamento, não teve problema nenhum. Eh, o problema ficou um pouco mais entre eles ali, né? porque os caras eram muito amigos. Então, é óbvio que que houve um distanciamento assim, mas sempre houve um respeito muito grande entre eles. Então, eh, foi meio que natural ali continuar com com o Leozinho depois, sabe? Até porque a relação era ótima, já tinha muitos amigos meus lá, então foi meio que uma transição natural para mim, hein?
Mas aí aí a tua a tua faixa preta chegou quando tu tava aqui no Brasil ou quando tu tava? Nos Estados Unidos? No Brasil. No Brasil. Tava o Leozinho. É, aí era brasa ainda, acho. É, era brasa. Era brasa ainda. E aí eu peguei com o Leozinho. Eu fiquei treinando de marrom, competi, competi aí o Leozinho me deu a faixa preta. Aí tu ganhou aqui em São Paulo e depois tu caiu pelo mundo, viajou. É. Aí, cara, eu já comecei a viajar. A primeira vez que eu viajei foi de preta, eu acho. Eu não lutei fora. Até porque era poucos campeonatos antes fora, né? Hoje em dia que tem muito mais. era mais o pan-americano. E aí o Mundial passou logo que eu peguei a preta para lá, mas eu não lutei o primeiro mundial de preta. Então aí eu comecei a a viajar mesmo. Mas eu sempre comecei a viajar muito por seminário. Eu sempre gostei muito de dar aula, cara. Então aí tu fazia seminário e viajava pros seminários.
É. Aí já aproveitava e lutava. Mas óbvio que depois que foi tendo todos esses campeonatos, aí já lincava uma coisa a outra, já ia trabalhar e competir. E antes tinha antes as academias chamavam mais os professores para seminário ou não? Parece que sim, né? Parece que hoje os seminários virou um negócio tão Cara, é vou te falar porque eu acho que é o seguinte, cara. Hoje o você vai ali no YouTube e você tem acesso a muita informação muito rápido, entendeu? Apesar, não é porque eu dou muito seminário, não, mas é o seguinte, assim, eu quando eu quero aprender, sempre ali com o Robert, é pessoalmente, eu pergunto para ele exatamente qual o momento da luta que ele faz aquilo, ele me mostra, ele fala: "Não, é aqui, ó". Então, porque o jiu-jitsu é sensação também. É, então é diferente tu aprender ali online, que tu não tenha o contato com a pessoa, energia, o negócio é diferente, cara. Você pode ver, óbvio que todo mundo vê posição na internet. Hoje em dia você tá ali, quem é do jiu-jitsu, o algoritmo manda ali já jiu-jitsu para você. Mas cara, eu acho que é eh é você pegar algumas ali pro seu jogo, tudo, mas o o tete a tete ali também, cara, faz a diferença. A não ser que às vezes você tem o contato direto ali com o
professor também, você tem você vê online, mas você tem o contato com o professor. Então é mais aí, cara, fica muito mais fácil. igual eu tenho este contato com o Robert, eu me identifico muito com algumas coisas do jogo dele, então eu tenho essa oportunidade de perguntar, eu mando mensagens. Eh, eu tenho, cara, eu tenho inúmeros alunos que isso é muito legal também. Eh, aí eu já também acho diferente. Eles me mandam as posições, eles vê as posições e falam assim: "Cara, que que você acha dessa? Vamos fazer essa e tal". E aí já aí já muda, entendeu? Porque aí você tá fazendo ali, você acha o tempo e tal, aí aí é diferente, mas eu acho que a galera fica esse essa coisa mais superficial, né, cara? A galera vai ali só pro só para querer ver mesmo e nem pergunta, já quer tentar fazer a posição ali na hora do rol. Aí eu acho um pouco mais difícil, cara, para falar a verdade, viu?
É porque precisa ter esse contrato presencial, digamos. Tem, é bom, cara. O cara não, o cara não chega nem perguntar pro professor dele, tipo, ele, ele vê na internet, ele não vai lá perguntar pro professor dele, como é que ex, exatamente executa, né, cara? Porque, tipo, é, é, eu acho que aí as coisas começariam a a mudar um pouco, porque eu não vejo, eu de verdade eu não vejo acontecer isso. Eu vejo os caras aprenderem e irem tentar já direto fazendo o treino. E é engraçado que isso até há pouco tempo atrás era uma coisa muito criticada. O cara que o faixa preta de internet, lembra que que como que aconteceu isso? E agora já não, agora já virou um negócio normal que se tu dizer que tu é um faixa preta de internet, que tu aprende pela internet, às vezes tu acaba tendo até mais conhecimento do que o cara que viveu. Ah, é cara, você vê que vem vem passar. É igual o igual eu falo, eu tenho eu tenho conversado com uma galera também, assim. Outra coisa que eu acho que se você quer passar, quer mostrar as posições da internet, eu acho legal, mas você tem que passar o seu jogo, porque aí o seu jogo você consegue talvez explicar o tempo ali, mostrar talvez o tempo, falar aqui, porque às vezes eu vejo o cara vendendo umas posições que você fala, cara, ele não tá conseguindo fazer direito, ele tá conseguindo fazer porque tá parado ali, entendeu? cara vê de tá,
talvez ele vêu, ele viu a posição em outra página de internet e tá replicando ali na dele. Eu sempre que eu dou o seminário, eu ainda falo isso. Eu falei bastante que eu falo assim: "Cara, eu vou mostrar o que eu tô fazendo, entendeu? O que eu o que eu vejo é cara, para mim é óbvio que são biotipos diferentes, né, cara? Então, às vezes, muitas vezes, a minha, as minhas posições não vai, não vai servir ali para um cara pesado e, e, e tal, mas eu tô mostrando exatamente o meu o meu jogo, o meu jogo ali mesmo, entendeu? Aham. Tá. E aí, aí voltando aqui pro assunto, então, aí tu conquistou o primeiro título na faixa preta? Não, como vamos lá. E como que era treinar com essa galera aí? Com Leozinho, com Tererê, com esse cara? Ah, cara, era um sonho, né, cara? Era um sonho. Acho que eu nunca evoluí tanto na minha vida. A gente tinha aula, o tererê, ele fazia aula. A gente treinava o treino da meio-dia e dava 4 da tarde, ele mandava descer todo mundo, que nós morávamos em cima da academia, era um apartamento em cima da academia e dava aula particular, cara, para todo mundo. Eu, André Galvão, o Leu.
Mas e o e o ambiente assim era maneiro, mane? Os caras parece que eles ser divertido, parece que eles são engraçado. É realmente isso ou não? Era muito bom. Essa época da TT foi muito, era isso mesmo, realmente. Era o tererê, ele bateu muito nessa página, né, de de nessa tecla de de lutar por diversão, de cara, vamos se divertir e tal, vamos se divertir. É, a gente óbvio que ia para ganhar todo mundo, mas com diversão. E falava: "Não vamos amarrar, cara. Amarrar nunca vamos amarrar. Vamos lutar por diversão". Então esse clima ficou por muito tempo na academia, sabe? de de diversão mesmo. Era risada. Era muita risada, cara. Era muita risada. Eu lembro que era muita risada. Eu era muito novo, mas a gente dava risada o dia inteiro, era um imitando o outro. Tu tem uma história maneira assim dessa que ficou marcada assim? que que lembra dessa época? Tu já vem na tua cabeça assim.
Ah, cara, tem muitos. Eu lembro as viagens, né, cara? Eh, eu lembro dos campeonatos. Eu vou te falar, eu vou falar para você que assim, a gente lutava, a gente ficava no morro do Cantagalo, né? ficava, ficava todo mundo na casa do tererê. O tererê abria a casa dele para, cara, para muita gente. E eu lembro de ter, cara, ter dia de de gente dormir no teto, no ter sem exagero, na laje, era gente saindo por tudo, mas sempre que acabava os campeonatos, a gente ia comemorar no morro, tinha o baile. Então, conheceu o Júlio, que é o primo do Ter? Claro, Júli, conheci ele Júlio demais. Eu tô, a gente tem mais contato hoje pelas redes sociais, né? Mas eh, cara, eu vejo a tem uma molecada lá, o Buda que hoje tá ganhando tudo. O Buda era moleque, cara, era pequeno. Treinei, eu passei as umas vezes, passava um mês lá e o tererê mandava muito a gente para lá para ficar lá para fazer essa esse intercâmbio, sabe? Então eu acho que é esses momentos de descontração ali no morro, todo mundo que lá, cara, é diferente, sabe? O negócio é diferente mesmo. Você se sente, a galera vai se faz sempre você se sentir em casa.
Então, eh, você ficava muito tranquilo e era muito divertido. Todo mundo, apesar de ser um lugar de muito sofrimento, você vê que na hora da diversão ali parece que é um é um lugar que a galera coloca para fora mesmo, sabe? Então era era muito muito legal. Lembro do Tererê tá participando assim que eu sempre vi o tererê de uma forma muito diferente assim, né? Ele sempre foi um coach que, cara, eu nunca nunca vi igual como atleta e como professor também. Então também, cara, também muito. O tererê a TT ele que fez era as aulas dele, cara. Era uma coisa incrível. A energia da aula era um negócio era diferente, cara. Diferente, diferente mesmo. Tanto que Maon Lang, o André Galvão, eh, saíram tudo de lá. O Serginho foi para lá, depois o Lapela, cara, teve uma galera assim que era tudo desse treino da da TT. O Lucas Lepre ia lá também. Então, era cara, era rock.
Aí, que ano que tu ganhou teu primeiro título mundial? Foi em 2004. 2004. É. Aí tu ganhou foi nos Estados Unidos. Isso não foi lá no Tijuca, no Rio de Janeiro, 2004 porque mudou para pros Estados Unidos quando 2006, eu acho. 2007, não lembro. Foi um desses aí foi no fervo. É, foi ainda no Tijuca. É, mas aí eu lembro que eu lutei de marrom ainda no Tijuca, se eu não me engano, acho que o do Estados Unidos foi 2007 mesmo, que aí eu lutei de marrom, foi no Tijuca ainda, mas eu ganhei de roxa. Nem lá ti meus cara, meus maiores títulos foram no Tijuca, né? Gostava de lutar lá? cara, eu gostava muito no Tijuca e na no Gama Filho que era, não lembro qual que era o bairro do Rio de Janeiro lá, mas os brasileiros éá era lá. Quando eu era juvenil, eles faziam a maioria das vezes lá nesse ginásio Gama Filho e e aí os adultos lutavam no Tijuca.
Então, cara, as maiores guerras para mim de verdade foram nesses nesses ginásios aqui no Brasil, cara. E como foi ter chegado e ganhado uma medalha no mundial, cara? Ganhado título mundial, cara. Eu vou te falar que assim, na hora eu nem para você ter ideia, eu nem lembro muito da final que eu fiz a de roxa, eu fiquei meio atordoado. Eu lembro que eu queria muito, cara, e eu treinava muito. Eu era, eu eu era fissurado. Eu lembro que eu ia pra escola de cuquimono na mochila. Aí eu ia e treinar, é, estudava, saía, ia direto pra academia, ficava até a noite. Ficava o dia inteiro na academia, cara. dia inteiro era surado. E aí eu ganhei o brasileiro. Ah, o primeiro foi o brasileiro, cara. É, eu ganhei o primeiro foi o brasileiro de azul. Azul ganhei. Eu foi assim, eu ganhei o brasileiro de azul, juvenil. Juvenil pena.
Aí eu fui para São Paulo, eu era juvenil ainda quando eu fui para São Paulo e aí eu fiz a transição juvenil adulto. E aí o Tererê falou assim: "Ó, você vai lutar mais um brasileiro de adulto, porque juvenil é diferente." Aí eu fui lutei o brasileiro de adulto, aí fui campeão. Aí eu ganhei o azul, o brasileiro de azul juvenil, depois o brasileiro de azul adulto. Aí fui e peguei a roxa. É. Aí peguei a roxa, aí ganhei o brasileiro de roxa e aí ganhei o mundial de roxa. Mas a partir do momento que eu lembro que eu ganhei o brasileiro de azul, eu já coloquei na cabeça o mundial, cara, e fiquei o mundial. Aí eu perdi, eu perdi pro Otávio de Souza, o mundial de azul. É azul, azul juvenil pena. E fechou. Aí eu lutei, eu perdi, eu ganhei o brasileiro, mas perdi pro Otávio o mundial. E aí eu fiquei com esse negócio do mundial na cabeça, cara. E aí no outro ano eu peguei a roxa. Então eu vim, ganhei o brasileiro e já foquei 100% no mundial. Cara, o que que na tua época o que que era mais difícil? Era difícil mais difícil o brasileiro ou o mundial?
Cara, eu vou te falar que os dois, viu? Os dois, os dois na época os dois eram era no Brasil. Então vou falar que eu peguei, ah, no entanto que no ano que eu fui campeão mundial, eu fiz a final com o mesmo cara, com o Eminem, fiz a final do brasileiro e a final do mundial com o mesmo cara. Mas eu lembro que tinha muita gente do da Nova União, cara. Era um cara, era, eu não tô valorizando não, mas assim, era muito difícil, cara. Era sete lutas de guerra, 100% guerra. Você tinha que treinar muito mesmo, senão você não chegava, não tinha como chegar. Era só os maníacos do treino mesmo ali que chegava. Carrasco, cara. Tinha que ser, tinha que ser. Eu lembro que meu quimono tinha dois ou três quimonos, não davam, não dava tempo de secar. Eu colocava, podia ficar no sol, porque era tanto treino, cara, me chamava, eu tava dentro do tatam treinando. E como que era assim, condições para viajar, para participar? Você tinha que ralar ou tu?
Cara, meu pai era motorista de ônibus, né? Então assim, eu sempre falo, sempre que eu posso falar o que um amigo meu fala, eu falo o quanto meus amigos foram importantes na minha carreira. Porque os caras, por acreditarem no meu trabalho, eles, cara, me apoiavam muito, me colocavam dentro do carro deles e falavam: "Ó, não precisa dar nada não, eles iam competir também e falavam: "Só, vamos competir". Então, eu tive muita ajuda para chegar onde eu cheguei, cara. Tive muito amigo me ajudando, principalmente a galera de Indatuba. Por isso que eu sempre, eu sempre falo, você vê, eu treinei, eu tinha 16 anos aqui, eu treinei dos 13, dos 12 aos 16, dos 12 aos 15 paraos 16 por aí. E são meus amigos, cara, fiéis até hoje, porque é cara, toda união, tudo parceiro. É mesmo, cara. Tipo, passou esses dias junto aí, consegue ver, pô, que os caras são.
Eu mantenho sempre o contato, nunca fico, óbvio que por ter a distância viajando também. via claro, mas assim, eu tô sempre falando, a gente tá sempre tentando se encontrar quando tá todo mundo aqui, porque eles foram as primeiras pessoas que a minha família, claro, e eles que sempre acreditaram, vai lá, quando eu mudei para São Paulo, é isso mesmo, Leão. Vai, mano, vai em busca, vai que vai dar certo e tal. E tu tinha o apoio da família também, cara? Minha família sempre, até hoje eu tenho 40 anos. até falou que teu pai também sempre foi no meio, então aí fica mais fácil na verdade. Minha mãe também é o negócio sempre foi. Acreditaram no teu sonho. É o que eu falo, eles nunca tiveram na nossa família era assim, o Leon quer ser lutador, não ser? Ah, o Leão quer ser lutador e tal. O apoio sempre foi, sempre foi uma coisa muito bem vista assim pela minha família. Ô Leão, e que e que momento que chegou assim na tua carreira e tu falou: "Não, eu quero ser lutador de verdade logo no começo ou isso foi acontecendo?" Ah, cara, no começo já. No começo eu já entrei pensando em competir.
Ah, já entrou, então já na cabeça já. Eu já eu sempre gostei de competir. No entanto que, cara, eu fico um tempo, eu lutei em março, Pan-Americano, mas é, esse ano eu fui vice, fui vice e eu já tô querendo, eu já acho que faz muito tempo que eu não tô competindo. Tu tá bem ativo nas competições assim? Tento ficar o máximo. Eu ganhei o Mundial de Master em 2023, né? Então, eh, tinha ganhado brasileiro também. Então eu tô sempre, sempre, sempre competindo, cara. Eu não. E e como é que foi ganhou o mundial? Tu fez muitas lutas desse mundial 2023 preta, cara? Eu fiz, cara. Eu acho que eu fiz cinco lutas. Era para ser seis lutas. Eu fiz seis, é, cinco lutas e eram para ser seis, porque a final foi com o Michael lá, que era meu companheiro de equipe. E a tua performance como é que foi? Cara, eu vou falar uma coisa para você. Eu tava lá, eu tava na academia do Juninho e eu não sabia se eu ia lutar o Mundial. tava focado nas aulas lá com ele e só que, cara, treinar para mim também é algo natural. Então, tava treinando, a galera queria treinar, eu tava treinando lá por ser em Portland, por ser um lugar muito de natureza.
Então, eu tava treinando muito bem o físico, fazendo um físico totalmente diferente. Eu eu fui para outro lado, então eu tava me sentindo bem, só que eu não sabia se eu iria lutar. E aí o Juninho tava no Brasil, tava lá dando aula para ele. Eu falei um dia com ele, ele falou: "Cara, por que que você não luta? Você já tá aí e vai lutar e tal". Cara, eu me inscrevi praticamente no último dia ali da inscrição e cara fui só fui, cara. E deixa eu te perguntar, é o coach para ti, assim, o coach faz a diferença? Tu vê a diferença para ti ou o pouco importa? Isso é uma maioria das vezes eu vou com uma, eu coloco uma pessoa que eu me sinto bem. maioria das vezes eu coloco o Juninho, agora hoje em dia é o Juninho. Então, às vezes não dá, às vezes não dá, mas aí eu tenho o Robson, que é um é um grande amigo, faixa preta lá também, que vive na Califórnia, é o marido da Talita Treta.
E cara, ele é um cara que conhece muito bem, é Robson Rezende, ele conhece muito o meu jogo, cara, que ele acompanha muito a competição, ele é muito meu amigo, ele e a Talita são cara, são uma família para mim. Então ele me conhece muito competindo. Então, cara, eu gosto muito quando eu e o Juninho, a gente é a mesma categoria de idade, mas nem sempre o mesmo peso, mas a gente tá sempre lutando quase ao mesmo tempo também. Então, cara, eu vou te falar que os últimos é sempre o Robson. Robson tá sempre lá, então ele que faz para mim. Robson é impecável, cara. Para mim é impecável. Então para ti, quem quem tá ali faz a diferença, faz quando quando é alguém que conhece muito assim, eu me sinto bem também com o Robson, ele é um grande amigo, então eu me sinto bem com ele lá, entendeu? Depois eu saio, se eu tô muito cansado, eu falo: "Cara, tô muito cansado e tal".
E aí a gente fica acaba ficar trocando ideia, né? ter esse negócio. Mas é, o Leozinho já é um cara que ele é muito técnico, então é muito bom ter ele também de corner, porque ele vai te mostrar os detalhes, ele dá instruções mais eh técnicas também e tal. E então, cara, cada um tem tem uma coisa, só que tem luta que eu quero que só me passe o tempo, entendeu? Não quero que fale tanto. Então depende muito. Tem depende do teu estado mental, na verdade. Totalmente. Depende da luta. Tem luta que eu tô num estado de flow lá que eu vou, eu quero ir só eu por por eu mesmo. Fica até meio difícil escutar, né? Você entra num num lugar ali. Quando tá nesse estado, às vezes o o cara que tá de o professor que tá de cont, pô, o cara não tá fazendo nada que eu tô pedindo e tu tu realmente tu quer fazer aquilo ali, né? Ou o cara tem essa sensibilidade de falar assim: "Cara, ele sabe agora o que ele tá fazendo ali?" Porque às vezes é isso, às vezes você quer, você precisa ir por você, cara. Não tem como, tem que ir por você, entendeu?
Aham. Como é que foram tuas lutas lá no mundial aí, cara? É assim, hoje é o master, é o que eu tava falando lá, eh, tem muito casca grossa, entendeu? A minha primeira luta foi com o Gabriel Moraes, foi um cara que foi três vezes, eu acho, campeão mundial no adulto. A primeira luta, então, a primeira de cara, eu não sou um cara que gosta de olhar a chave, eu não olho chave. Então eu cheguei lá, a hora que eu tava aquecendo, chamou meu nome para entrar na área que eu vi que era o Gabriel Moraes. E pô, cara, é um cara três vezes campeão mundial, foi um cara que pulou da roxa pra preta rapidinho. É, ele pulou mesmo. Na época podia fazer isso, ele pulou deão. Só um para uma pergunta antes. É, tu falou que tu não tu não costuma olhar teus adversários, tu não não estuda eles para ser, por vou lutar com esse aqui, esse cara luta assim. Não, cara, eu não olho chave. Eu nunca nunca gostei muito de olhar chave. Prefere chegar lá e lutar. É, eu acho que eu prefiro. É, cara, eu não prefiro. Eu acho que eu gosto lá. Eu vi, no entanto, que eu vi o Gabriel Moraes, eu sabia quem ele era e sabia das lutas dele. Então, eu fiz o jogo ali, eu criei na hora. Assim, eu acho que o J é muito criação, eu tento falar isso. Então, posso est Tem gente que prefere fazer estratégia, prefere olhar, mas para mim eu prefiro criar ali na hora, entendeu? Então aí aí tu chegou lá, tava o Morais lá, tu já conhecia ele, tu sabia qual era o jogo que ele fazia. Mas aí chega nessa hora, tu
coloca o teu jogo ou tu coloca um jogo contra o dele? Não, sempre o meu jogo. Sempre o teu. O que tu vai na cabeça. Jogo é sempre. Ah, tu não chega lá, esse cara faz guarda, então vou tentar puxar pra guarda também. Não, cara, eu não, eu não faço isso. Algumas vezes eu já fiz o contrário de o cara ser guardeiro falava: "Hoje eu vou tentar passar a guarda desse cara". Entendeu? É, eu acho que esse desafio vai te te coloca mais fazendo crescer. É, cara, é mais gostoso, né? Eu eu acho que é mais gostoso. E é que é assim, na minha categoria, a maioria da galera gosta de fazer guarda e eu gosto de fazer guarda. Então assim, acaba os dois puxando, entendeu? Acaba, acaba os dois querendo fazer guarda. Então é, fica nesse jogo assim. Mas eu subo também. Eu, cara, eu gosto, eu gosto de gitso, sabe? E para te chegar nesse título assim, como é que foram as lutas? Foram quantas finalizações? Foram por pontos? Como é que foi? Então, cara, eu lembro que a a do Gabriel Moraes foi duríssima. Foi tipo, eu lembro ficou todo mundo para ver ali, sabe? Que foi de cara, então tinha uma galera da Shakmat, a galera da Aliance, que ele é Aliance. Então, foi uma luta muito dura, apesar eu de falar de eu não fazer a estratégia antes, foi uma luta muito estratégica, porque assim, ele é um cara que entra muito bem baixo e então eu acho, eu puxei e consegui raspar. Depois eu fiz um jogo mais ali.
Aí a partir do momento que eu fiz o os dois pontos, eu tentei fazer um jogo para ele não entrar embaixo de mim, sabe? Porque é um cara perigosíssimo, cara. Ele, pô, um cara rápido e perigoso. Então, eu conhecia, eu tinha um jogo em mente para eu tentar anular o quem faz aquele tipo de jogo dele assim. Então, foi isso que eu fui tentando fazer. E, cara, eu lembro que as outras foi só a luta dura. Foi só a luta dura. A semifinal eu vou te falar que eu eu ganhei faltando assim 40 segundos ali na aí na final tu encontrou o Mael. É isso? Isso. Que é o parceiro de equipe e vocês fecharam ali. É. E aí a gente fechou e mas foi só luta dura, cara. Eu lembro que eu lutei com um japonês também que eu esqueci o nome dele. Foi luta duríssima, cara. E só luta dura. Eu só encontro luta dura no encontro moleza. E tu, tu e o Michael treinavam bastante o junto?
Treinamos bastante, cara. Porque ele foi desde a época lá da Força Vital. Desde o Michael é desde a época que eu fui lá São Paulo também. Não, Michael é de Brasília, cara. De Brasília. Brasília e Maon e Yakaren. E aí, cara, a gente treinou muito porque foi da época da ele tava lá, por ele ser de Brasília, mas ele passava tipo temporada lá em São Paulo, então a gente tinha esse contato aí de treino direto, sabe? E qual foi a luta? E o então mundial na faixa preta é o título que tu teu título mais importante que tu considera ou tu tem um outro? Porque às vezes nem por ser mais importante para todo mundo pode ser o mais importante para ti, né, cara? É, eu vou falar teve os brasileiros eu gosto muito, cara, de brasileiro. Para mim é um é o campeonato brasileiro. É, é a cultura do jiu-jitsu mesmo. Tá ali. Sempre que eu tô fora, eu falo assim pra galera: "Meu, vocês tem que lutar o brasileiro".
acontece aqui na verão. É, é, vocês t que ver como é que é e tal. O campeonato é gigante. Então, eu gosto muito, cara, do dos brasileiros. Eh, eu lutei uma vez na Austrália, cara, um GP que foi o Thiago Stefanut que que me colocou nesse GP que chamava Super Boa. Eh, ele não acontece mais e era lá em Melbour. E cara, eu lutei e aí eu só tinha, eu lembro que a final foi com o Llan com Llan Dias e era valendo uma grana cara lá. E foi só lutadura também. Era tinha o Edwin, acho que é Edwin, que também não tá lutando mais. Não sei porque o Edwin não luta mais que um moleque duríssimo. E eu gostei. Eu fui sozinho, tava o Thiago, mas ele tava trabalhando no campeonato, então eu fiquei sozinho lá. Então foi muito importante para mim, sabe? Tipo, tá, eu os momentos ali que antecedeu as lutas e tal, por eu estar sozinho, eu ter que me concentrar sozinho ali, foi muito marcante para mim assim, tá? Foi gostei gostei bastante.
Maneiro. E qual que foi a luta mais marcante assim que tu acha da tua carteira, da tua carreira? Cara, assim, tem tem também tem várias lutas. A galera tem falado mais agora do Demetro Johnson, né, que eu fiz com Ah, tu lutou com ele? É, eu lutei com ele no Pan-Americano, na primeira luta. Que maneira. Foi eu e o Demetros. Então assim, ah, foi no Pan desse ano. Foi no Pan desse ano. E tu venceu ele? Ganhei ele. Ganhei na primeira luta. E como é que foi a luta, cara? Foi boa. Ele é um cara bom. Apesar dele vir do MMA, ele é um cara muito forte, né, cara? Ele é um cara atlético pr caramba. Pô, e ele ganhou vários, vários títulos até. A marrom eu tinha visto a compar porque ele acabou, foi graduado há pouco tempo. A faixa preta também, né? É, é campeão mundial, né? Marrom acho. É, eu acho que eu vi uma luta ali que ele lutou com absoluto grandão, hein? É, cara, ele é um cara sangue bom, assim, muito gente boa e mas é um cara muito duro, cara.
Ele treina jits com quem, cara? Ele tava treinando, será que é Gabriel Soares que é lá do André e é com um desses meninos que ele tá treinando lá em Orlando? E cara, ele tá muito bem, ele tem muito jiu-jitsu. Ele veio do MMA, mas é tem tem muito jiu-jitsu. Mas eu tentei impor meu ritmo com ele. Eu pensei assim, que a gente tá falando, falou: "Vou colocar meu jogo". Aham. É o é o meu jogo. Eu lutei para para impor o meu, meu jogo, apesar de eu saber que ele é bom, um cara muito bom, Wesley, tudo, mas é, eu fui para fazer meu jitos assim, é, mas aí pode pode descrever um pouquinho como é que foi a luta, cara? Eu lembro que eu puxei, eu fui puxei com ele, eu puxei pra minha meia guarda ali e aí eu subi com a perna. Aí eu subi com a perna e botei ele para baixo. Fui eu subi com a perna ali, fui o o totó e ele aí ele caiu. A é aí ele foi, ele não quis aceitar a queda, ele virou de quatro apoio, eu fui, pulei e peguei a rodei e peguei as costas dele.
Aham. Fiquei ali nas costas. Aí eu não coloquei o gancho, a gente meio que saiu para fora, voltou, eu puxei de novo e aí eu fiquei trabalhando para raspar ele ali e cara, ele tem uma base muito, muito boa e apesar que 5 minutos é muito rápido, então quando eu vi já tava acabando a luta, então fiquei administrando ali, ele ficou tentando passar, é um cara guerreiro para caramba. Ele ficou lutando ali para passar, mas aí eu fiquei administrando, fiquei meio que administrando a luta ali e foi embora. Pô, maneiro. Deve ter sido lutão mesmo. Foi lutão, cara. Foi lutão. E tipo, a galera tava ali por ser ele, né? Tava todo mundo em cima ali, então para esperando para ver a luta. Acabou tendo mais, cara. É, eu lembro que eu indo ali para lutar os cara, vai lá leon e tal, vai lá, vai lá. Então, é tipo, você fica, cara, dá uma pilha a mais assim, sabe? Então é gostoso.
Então, ela ela ficou assim. A galera hoje a galera tem fala muito, ele é um cara que a galera segue bastante também, a galera gosta muito dele. Então a galera sempre fala: "Cara, como é que foi a luta com o Demetros? Como é que foi a luta com o Demetriros? Maor galera aqui, ma galera perguntou assim, galera que eu nem conheço, cara, eu vi sua luta com o Demetros e tal. E querendo ou não, na categoria dele no FC, ele foi soberano, né? Ficou fic muito tempo sem perder lá, né? Eu pessoalmente eu gosto muito, eu gosto muito dele, assim, eu lembro daquele é como pessoa e como atleta, cara. Você vê assim, ele é um cara de, eu acho que ele é, ele deve ter, eu acho que perto dos seus 30, 38, 39 anos também. E você vê que ele é um cara que tá treinando sempre, cara. Ele não para de treinar, ele tá tá ali direto. Ele é um cara totalmente ativo nas redes sociais. Você vê que no entanto, que ele que postou mesmo a nossa a nossa luta assim, eu lembro até que ele fez um vídeo falando antes, tal, que ele tinha visto o meu nome. Então, eh, já te conheci, tu já conhecia ele já tinha um contato ou não? Não, cara, ele eu acho que ele é do Oregon, então eu já tinha mais ou menos esse contato com o do Oregon com ele. Aham.
E e aí eu via ele nas competições tudo, mas nunca tinha conversado com ele. Então, mas eu já admirava muito ele como lutador, cara. Eu lembro de ver ele lutar. Ele é, pô, o cara era demais. Eu vi as lutas dele. Eu lembro que ele lutou com um grande amigo nosso, que é o Wilson Reis, fez um, acho que foi uma disputa de cinturão. Então ele era um cara que eu já, tipo, eu já olhava bastante assim, sabe? Foi foi muito legal ter lutado com ele. Eu falei para ele isso, falei: "Cara, é é uma honra lutar com você porque ele é legal, ainda mais um cara vindo MMA e se jogar assim depois de pô já tá a hora que ele poderia estar desacelerando, o cara começou a acelerar numa outra arte assim. Então acho muito legal, cara. E é legal que vindo dele é ele tá levando mais um monte de gente pro gilito, né? Porque o cara ele tá pregando a palavra realmente, né, cara?
Vê os comentários dele, as entrevistas dele, ele e ele fala que gosta do Jitsu com quimono, cara. Ele deixa isso bem claro. Então assim, é legal, ele quer lutar o o com quimono. Então eu acho eu acho muito legal, cara. E agora que a gente entrou nesse assunto, o que que tu acha desse crescimento do jits? Como tá que a gente vê que é um crescimento muito grande, tá? crescendo muito até por nível de competições. Tu vai nas competições aí tudo campeonatinho que era pequeno hoje é todos gigantescos que que se se encerram inscrições antes. O que que que tu acha disso? Qual que é o teu ponto de vista sobre isso? Tu acha que isso é benéfico ou não? Cara, eu acho que é totalmente benéfico. É legal você tá numa arte que vem crescendo tanto. É que eu acho que não sei se é automaticamente, mas é junto com isso vem a comercialização, né? Até por ter mais pessoas treinando, acho que as pessoas acabam querendo ver mais formas de fazer dinheiro e aí isso acaba acaba mexendo um pouco. Mas, cara, eu vou ser eu vou ser sincero. A gente vai lá no Mundial Master que tem, sei lá, 8.000, 10.000 atletas inscritos. Então você olha e você vê que prevalece ainda o jiu-jitsu de verdade, entendeu?
Que não é só mídia, cara. Que não é só mídia. Quando você conversa com os grandes lutadores mesmo, tô falando dos caras, dos dos top mesmo ali, você vê que a cabeça dos caras não mudaram também e eles ainda um ainda são a base do jitsu. Você vê que os campeões vem desses caras ainda. Eu tenho sempre oportunidade, eu converso com o Leozinho ainda, você vê que o cara ainda tem uma mentalidade do jiu-jitsu raiz e tal. Você vê vários caras, vai, você vai conversando, vê, eu vejo uma galera nova também que fala assim: "Cara, essa comercialização é horrível e tal e são, eu acho que vários pontos pontos de vistas". É, cara, eu acho que, mas aí você vai conversar com o cara que faz esse comércio também, ele fala: "Mas, cara, tem que ser". Ele fala: "Se eu não fizer, alguém vai fazer". E é verdade. Tipo, o cara não tá errado, aí é uma opção sua, entendeu?
O que que tu vai seguir, né? O que que tu vai querer pra tua vida? Eu acho muito bom, sabe? Eu acho de todas as formas o jiu-jitsu ser mais, pô, é muito mais conhecido, você tem muito mais academia. É o que eu falo para você é não só seminário, você tem muito mais que às vezes que passar um cara faixa preta, tem bastante tempo na faixa preta, porque tem muito isso, você vê também, você tem identificação ali com com o professor, às vezes ele tem muito mais que passar que só o jiu-jitsu ali também, só técnica, cara. É conversar, é contar, porque você pode absorver várias coisas. Ou às vezes o cara tá no momento ali de de desistir, o cara fala: "Puta, eu tava no momento de de querer desistir também, mas eu continuei e tal e pô, depois eu ganhei um campeonato." Então, aí o cara se identificou: "Olha, cara, eu acho que eu vou continuar que eu posso ganhar um campeonato se ele conseguiu fazer isso." Então, é, cara, eu acho super legal e é tem que crescer cada vez mais. Mas cara, vai, olha só, eu vejo muito acontecer o seguinte, a galera entra na academia, às vezes ali a mais famosa ali do bairro, do lugar, por ela ter uma divulgação de mais alunos e de ter um sistema e tal. O sistema é importante, mas eu acho que a galera vai entender o que eu tô falando para não ser mais mais direto ali. Só queres vê que ali não é um jiu-jitsu que de
verdade, porque a partir do momento que o cara entra numa academia de jiu-jitsu, ele começa a conhecer outras pessoas que treinam também. Ele vai no bar, ah, eu treino também. Aumenta o círculo. Ah, é, vai, aumenta o círculo. Vai lá na minha academia, ele vai na academia do cara, ele já viu um treino diferente, ele falou: "Pau, o que eu tô aprendendo ali já é cara, eu é o que eu mais tenho visto é isso." O cara fala: "Cara, Leon, é isso que é jiu-jitsu, cara. Você é sério que é isso?" É, cara, é isso, é isso aqui que é jiu-jitsu. No entanto, que eu passei a usar, eu coloquei lá na academia cheque mat capital, mas eu uso o true Brasilian jugitsu, que eu gosto de falar que é o verdadeiro jiu-jitsu brasileiro, porque assim, cara, eh, a galera mudou muito, tem mudado muito. E eu acho que o jiu-jitsu não é isso. O jiu-jitsu é resiliência, é o que a gente tem falado todo o tempo. É, é muita coisa para você ser faixa preta de um de jitos, cara. Você vem falar que vou só você ter a presença lá agora. Você vai ser faixa preta de Ugitos? Só você ir treinar? Não dá, cara.
Tu demorou quanto tempo para chegar faixa preta, Leon? Cara, acho que foram seis ou sete anos. Se anos. E como é? E as tuas aulas como é que são? Tu leva mais no modelo old school ou tu varia? Como é que é a tua academia? Tu tem tu tem sistema, se tu tem uma metodologia? Eu tenho programa, a gente trabalha com o programa que é True Brasil Jitsus. A gente trabalha com esse programa, mas é diferente. Eu faço diferente. Eu faço a introdução no jiu-jitsu já nas primeiras aulas. Não, não rola, tá? É importante. Por isso que eu acho que algumas coisas que fizeram foi bom, porque o Branca, eu acho que o Branca não deve rolar de de cara mesmo de início, porque o cara vai se machucar, ele vai ficar perdido, ele não vai saber o que fazer. O Branca chega lá na tua academia, então ele demora um pouco para começar os rolas. O rola, sim, ele demora um pouco. Três semanas. Três semanas. Depois de três semanas ele vai pro rola. Ele vai pro rola. Quando o cara chega na tua academia, a primeira coisa que tu ensina para ele, o que que é, cara? Os rolamentos. rolamentos.
Rolamentos. A primeira coisa que eu acho que ele vai ter que aprender a cair, a rolar, a girar o pescoço, a fazer tudo certinho ali, como ele deve girar. Eu acho que até e é o primeiro cuidado com com o aluno que você tem que ter é ensinar ele a girar ali, a ele a rodar, que é o é o que é o movimentação de Gitson, né? E e tipo em aulas com criança, tu é tu é um professor, pô, que tá lá conversando com os pais para saber como é que tá na escola ou tu é um pouco contato direto direto. As crianças também lá a gente faz as brincadeiras, lógico que é criança, mas a gente ensina o jiu-jitsu mesmo, não fica só na brincadeira não, cara. Tem que ensinar o jiu-jitsu, né, cara? É o jiu-jitsu. Então, e aula de defesa pessoal também acontece no cara, eu dou eu dou bastante aula de defesa pessoal. Na maioria das vezes ali a aula experimental, a primeira aula, eu mostro um pouco do jiu-jitsu com um pouco da aula experimental, do um pouco da defesa pessoal, porque jiu-jitsu é defesa pessoal também. Então eu acho que tem que mostrar também. Eu por ser competidor acabo meu treino acaba sendo mais o jitos competitivo. Mas cara, eu sempre peguei, eu sempre peguei o Paulinho daqui, sempre deu defesa pessoal também.
Então uma defesa pessoal fez parte para mim. Então eu gosto de mostrar defesa pessoal, ainda mais quando é mulher, essas coisas, porque eu acho que é importante saber, é importante ver a eficiência do jitos e a defesa pessoal também mostra muito a eficiência do jitos. Então eu gosto muito, vários várias posições são usadas da defesa pessoal no jado é totalmente adaptável. É, não tem nem o que falar, é 100%. Então eu tento mesclar assim, mas a minha aula em grupo, a aula em grupo é mais competitiva, ela acaba sendo mais competitiva. Tu tem turma de competição separado e tal, como é que tá? Tu tem e comp bastante competidores na tua academia ou não? Cara, eu vou te eu vou falar uma coisa dizer. A maioria dos meus alunos são é a galera do mercado financeiro, engenheiro. Ah, entendi. É mais lifestyle mesmo. Só que eles competem. Então assim, e os que não competem, que não gosta de competir, gosta de um treino forte. Então, cara, eu acabo passando o treino, o treino forte ali, no entanto, que esse treino é o intermediário que a gente colocou intermediário, o Branca 3º, só o Branca 3º pode fazer esse treino, porque até então ele faz o treino ali de iniciantes, porque, cara, é os caras mais pesados, são os pretas, aí o cara precisa ter um pouco mais o controle do corpo dele também para ele poder treinar ali. Então eu eu faço eu dou essa separada assim, entendeu? do Branca
Leigo até o terceiro grau do Branca ali, ele fica um pouco separado, sabe? Se fosse para te deixar uma mensagem aí para quem tá começando agora, o que que tu deixaria de mensagem, cara? Cara, eu vou falar que eu fui na escola ali, eles perguntaram isso também. É, é assim, o jiu-jitsu é minha vida, né, cara? Tudo que eu conquistei foi através do jiu-jitsu. Eh, eu eu amo. Eu até perguntei pro para um amigo meu, falei assim: "Cara, o que que você já se decepcionou com o Jil Gitso?" Ele falou assim: "Cara, com o Jil Gitso não, só me decepcionei com as pessoas que treinavam Jitsu. E eu me identifiquei muito com essa frase dele, porque eu é a mesma coisa. E é assim, o Jitus para mim foi uma ferramenta de autocontrole, eh autoconfiança, eh de respeito, eh até de cidadania, de trabalhar em grupo. Eh, cara, o jitsu é tudo é o que a gente tem falado aqui.
Foi uma experiência incrível, porque você vê, a gente conhece a pessoa na hora ali e acaba tornando um amigo, cara. Troquei telefone com o cara do Mato Grosso, de Minas, eh, da Bahia. Eh, então você, o jiu-jitsu te dá esse acesso também, além de de ser bom pro corpo, pra mente, eh, para tudo. Então, cara, se você não é, para quem nunca treinou, eu acho que vale a pena você ir lá e fazer um treino. É, você dá uma semaninha de teste, eu falo, eu falo para você, dá uma semaninha de teste ali, procura um lugar bom, sabe? É isso. Acho que é fundamental você procurar um lugar que ainda acredita que seja que tenha os verdadeiros valores do jiu-jitsu, porque é aí que você vai se apaixonar mesmo pelo jugits é você vendo o quais são os realmente o os os reais valores do jitos, que é isso que pega. É o que a gente falou, às vezes eu sou competidor tudo, mas igual eu falei, eu tenho vários alunos que não são competidores e que eles estão ali por coisas muito mais do que só competir ali, sabe? Então, eh, então vai conheça, dá uma semaninha lá para você conhecer a galera, por isso que eu falei para
conhecer, para ir num lugar, procurar bem o lugar. É, vai dar dar isso para você que você vai você vai ver que é muito mais que só uma arte marcial. Sabe? São valores pra mente, pro corpo, pro seu filho, pro idoso. Eh, ele é feito para todos. Ele, isso era um slogan e jiu-jitsu para todos e jiu-jitsu é para todos, tá? É, vá, procure e vai treinar. Tenho certeza que vai ser viciante, vai mudar sua vida. Leão, agora sobre o camping, que qual foi a experiência que tu tirou aqui, cara? Cara, é, eu gosto muito disso. É, tu já, tu primeiramente tu, tu já tinha participado eh ministrando aula assim num camping assim dessa forma nunca com com todo o lifestyle. Não, nós já fizemos camping, mas em academia, dentro de academia, eh, inclusive com o Juninho que tava presente aí também. Então, a gente já fez era Summer Camp, era essas coisas que era focado nas aulas também, mas não dessa forma, do jeito que foi aqui, não, nunca. primeira vez de eu tá num lugar desse assim. É o que eu eu tava falando é é o trabalho dos sonhos, né, cara?
você tá aqui no em um lugar desse ensinando jiu-jitsu, eh, com os seus amigos de muito muitos anos, assim, tendo a resposta da galera, que eu acho que é o mais importante, essa energia da galera que a galera deu de tá treinando, a atenção de tá querendo aprender, cara, isso é, eu achei demais, foi uma das ideias mais legais que eu vi assim do J. Tá pronto pro próximo também? Cara, eu não vejo a hora para falar a verdade. É, para mim é foi muito especial tá aqui. Então, é, tô estarei no próximo sem dúvida. Aí com certeza acho que vai estar maior ainda, mas eu vou falar depois de ontem eu vi o tatame cheio, a galera ter que procurar espaço para fazer a posição, cara. Tem que arrumar um lugar maior, né? Primeiro que você chega e você vê um tatame desse tamanho. Você fala: "Nossa, de um castelo". Um castelo de vidro, né? De vidro. Olha o tamanho desse tatam.
Daí a pouco você vê que não teve espaço nesse tatam. Cara, né? As coisas deram certo, sabe? Então é o que foi maneiro foi totalmente qualidade. Um tatame olímpico nunca foi usado, né? Nunca. É o tatame olímpico. Tudo cara, a estrutura de comida, de rango, tudo para você ali. Tudo tudo perto, tudo bem. Acomodações totalmente, cara. Tudo certinho, pô. É assim, eh, se tivesse a caixinha de reclamações, eu tenho certeza que não teria, não teria só elogio, né? É, só teria poeira nela ali, sabe? Só a caixinha de elogios que ia, que ia estar cheia. É, é, foi demais, cara. Eu eu não tenho. Se eu pudesse falar, falar pra galera vim. Essa é a verdade. Fala, cara, se você quer treinar, se você é amante do jito, se você quer treinar jiu-jitsu de verdade, se você quer descansar, se você quer ter uma experiência com com a natureza, criança, cachorro, piscina, cara, pizza, é, vem para cá, cara. Aqui é o lugar, né? Aqui é o lugar, com certeza.
Ô, então, Leon, deixa aberto espaço para ti aí. Se quiser mandar algum recado aí do teu coração, se quiser agradecer alguém, fica à vontade. E cara, agradecer assim a todo mundo que sempre acreditou no meu trabalho, aos meus amigos que que estão sempre do meu lado me apoiando em todas as formas, seja como competição, competição, como empresário, eh como amigo, eh para quem é praticante do Gilgitos, às vezes a gente se vê muito só, né, cara? É, é, você treina em grupo, mas é um esporte individual, cada um tem as suas coisas ali, assim, então é é importantíssimo você ter uma estrutura, uma boa estrutura ao seu redor. Então, eu agradeço a esses meus meus bons e verdadeiros amigos por estarem sempre do meu lado nessa nessa batalha que é tá no jiu-jitsu. é a minha família que também tá sempre do meu lado, assim, eh, todo mundo. É, agradecer o Jito, porque eu acho que o jiu-jitsu também acaba sendo uma energia, cara, porque é um é um lugar que, pô, eu tô cansado de acontecer coisas ver várias coisas e eu falo: "Ah, eu sou do Jilgit se aparecer alguém que também é, ele tá sempre disposto a te ajudar ali." Então é uma comunidade, cara que que é é de amizade mesmo. Então
eu quero agradecer todas essas pessoas boas, cara. as pessoas boas e verdadeiras que que estão do meu lado e agradecer a Bela ali que tá ali atrás por dividir sempre o banheiro dela, que é só dela quando ela tá na casa dela. O Juninho abre as portas. Sempre que eu tô em porta, que você falou que eu tô fora, é, a maioria das vezes é na casa do Juninho, até me emociono um pouco porque eu falo que ela é minha irmã e realmente ela é minha irmã, cara, porque eu fico lá, eu passo muito tempo lá com ela, eu divido tudo com ela e, cara, dou um trabalho lá por ser o marmanjo e e o Juninho sempre abre as portas lá para mim. É minha casa, cara. Eu tô lá, é, eu tenho, como eu tenho uma casa em Portlanda, então é assim, eh, eu agradeço muito. Eu falei brincando, mas é, é de coração. Eu brinco com ela, ela não entende, mas só a gente que vive do jits e que viaja, muita gente sabe o quanto isso é valoroso. É, cara, você tá num lugar que você se sente bem, que você tá em casa assim.
Então, é, é, eu tava falando, mas o Juninho entra nesse, nesse lugar que eu falei que é, ele é uma estrutura que eu tenho, né, cara. É, é de tudo, é uma estrutura, é familiar, porque ele é um é amigo e é um lugar que eu tô sempre, eu tô sempre trabalhando, eu vou buscar meu refúgio lá com ele às vezes. E ele tá sempre aberto lá para abrir, ele fala: "Vem, cara, pega logo suas coisas e e vem". E é dessas coisas que eu falo assim, é isso que eu agradeço, cara. A gente é cercado por essas pessoas. E, cara, eu sou só muito grato de ter isso na minha vida, de ter essas pessoas que que me acolhem assim, cara. Eh, faz eu ter o crescimento, faz essas pessoas que fazem o ter o o crescimento. A gente não faz nada sozinho, cara. É impressionante, mano. Não existe nada sozinho. Então, eh, você tem que ter essa essa galera assim. Toda vez que eu me sinto muito sozinho, é a época que eu que eu sinto baixar em tudo, cara.
Então, eh, só agradecer, agradecer essas pessoas, a minha família, que também faz parte dessa, dessa estrutura aí que eu, que eu tenho e agradecer a eles, cara, as pessoas que acreditam. E é por isso que eu vou continuar. Logo eu tô competindo de novo, se Deus quiser. Eu dei uma parada aí por causa da focar no meus alunos que decidiram competir, cara. Os caras não competiam tanto e mano, a gente quer competir, eles estão competindo todo mês. Então, eh, eu dei essa parada para dar atenção 100% para eles. Tá sendo um resultado incrível também, cara. É, é, tá sendo incrível eu passar assim para eles, eu sem precisar competir. que pariu, é, é um alívio. Então, eh, até eles eu agradeço também por tudo aí que cada vez mais eles me ensinam muito. Então, isso, beleza. Então, obrigado pelo pap
